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29 de jan de 2010

MUNDOS EXISTENTES FORA DE NOSSA PERCEPÇÃO



Mundos existentes fora da nossa percepção
Através da física quântica, nasce uma nova possibilidade de se explicar
ocorrências que são injustificáveis para os sentidos humanos.
Por Lúcio Mário GUIMARÃES*



POSSIBILIDADE DIMENSIONAL - A tentativa de explicar a origem dos discos voadores encontra reforço na suposição de que estas naves vêm de outras dimensões da realidade. A capacidade destes engenhos em aparecer e desaparecer como já foi constantemente reportado, indica uma possibilidade dimensional.

Neste ponto, podemos considerar as especulações do Astrofísico John Archibald Wheeler, da Universidade do Texas, nos EUA. Os argumentos de J.A. Wheeler utilizam razões matemáticas muito abstratas. Ele introduz um conceito chamado “superespaço”, que possui um número de dimensões muito grande possivelmente infinitas, onde cada universo é representado por um ponto neste superespaço. Neste contexto, as constantes físicas (velocidade da luz, força da gravidade e outras) deverão de alguma forma, serem diferentes.

Não é possível calcular-se quantos universos haveria vida, mas é obvio que seriam uma minoria, segundo Wheeler. Alguns destes universos poderiam ser tão parecidos ao nosso que haverá um outro planeta Terra, uma outra raça humana. O avanço do conhecimento científico tem favorecido deduções novas, comprováveis. A teoria da Relatividade de Albert Einstein foi o caminho para uma nova visão do Universo. O estudo da estrutura da matéria, das concepções atômicas e dos campos de energia aumentou nosso conhecimento sobre o funcionamento e mecânica celeste.

TEORIA QUÂNTICA - A teoria Quântica tornou-se uma espécie de fundamento para compreendermos a natureza. Ela fundamenta-se na “dualidade” partícula-onda da matéria. Num nível fundamental, não se refere à luz comum, em que os físicos de hoje estão habituados a pensar na luz ou como onda contínua ou como uma série de pequenas partículas energéticas denominadas fótons. Na concepção de que a matéria se comporta como uma coleção de ondas eletromagnéticas e que estas ondas eletromagnéticas podem diferir em comprimentos de onda e freqüência, podem existir outros estados de matéria que não conhecemos.

VISÃO - A visão ocorre devido à adaptação de ondas eletromagnéticas que penetram pela retina. Nossos outros sentidos também são variantes de amplitude freqüência, como a audição.  A visão humana pode captar ondas eletromagnéticas nos comprimentos de onda na faixa de 380 a 780 nanômetros (um nanômetro corresponderia a 0,000000001 metros). Abaixo de 380nm temos ultravioleta e acima de 780 nm encontramos infravermelho. Acima e abaixo destes limites nossa retina não detecta nada. Sabemos que as abelhas vêem na faixa ultravioleta. Tudo o que percebemos através de nossa retina é o resultado do reflexo da luz nos corpos, permitindo-nos enxergá-los. Em relação à audição, captamos sons na faixa entre 20 hz a 20000 hz (1 Hz + Hertz ou ciclo por segundo). No limite inferior a 20 Hz temos o infrasom e acima de 20000 Hz temos o ultrasom. Como exemplo, determinados animais conseguem detectar o infrasom, exemplo: os ratos; bem como o ultrasom como os morcegos, os cães, etc.

Desta forma, não possuímos sentidos que captam a grande maioria das vibrações da natureza. Da mesma forma, podemos também analisar a constituição da matéria. Segundo Albert Einstein, matéria é energia e energia é matéria.

MATÉRIA É IGUAL A ONDA - Se a matéria pode ser interpretada como uma coleção de ondas eletromagnéticas e que estas variam em amplitude e em freqüência, concluímos que pode existir a matéria em diversos níveis, a maioria deles nossos sentidos não pode detectar sensorialmente. Sabemos hoje que existem 4 estados da matéria: sólido, líquido, gasoso e o plasma.

É bem provável que os extraterrestres dominem e utilizem outros estados da matéria para deslocamento em suas naves; de alguma forma ligada à força gravitacional. Os discos voadores de alguma forma podem sofrer variações vibratórias de seus átomos atingindo uma condição energética na faixa do infravermelho ou do ultravioleta estando fora da capacidade visual humana. Assim, não os veríamos.

FOTOGRAFIAS REVELAM - É fato confirmado de fotografias tiradas em que curiosamente ao serem reveladas observa-se um disco voador que não era visível no momento. Ora, nós vemos sempre é o reflexo da luz nos corpos que atingem nossa retina. O infravermelho e o ultravioleta não são captados pelos olhos humanos, mas detectados em emulsões fotográficas que possuem cristais de prata. Assim, um OVNI pode estar invisível para o nosso campo visível, mas a energia que ele emite pode ser detectada na película fotográfica. Se notarmos, fotos assim são muito comuns, indicando a possibilidade de outros campos dimensões, formados por outras freqüências e comprimentos de onda onde os discos voadores deslocam-se em nosso Universo.

UNIVERSO PENTADIMENSIONAL - Várias hipóteses e teorias surgiram indicando que vivemos em um mundo multidimensional. Os trabalhos do matemático Dr. David Hilbert, nascido na Alemanha, em 1862 postulou sobre o que foi denominado “O Espaço Hilbert” onde oferecia uma descrição matemática de universos e de realidades múltiplas. O Químico e Matemático Dr. John Von Neumann trabalhou em suas “Equações do Tempo” - intricados meios matemáticos para desenvolver um sistema em que o tempo e sua ligação com universo. Segundo o Dr. Neumann: “Não vivemos num universo tridimensional, mas sim de cinco dimensões”.

Em 1931, o matemático russo Dr. P. D. Ouspensky publicou um livro o “Tertium Organum – Um novo modelo do Universo”, no qual afirma a mesma coisa: vivemos em um universo de cinco dimensões. As experiências com o tempo culminam em data de 12 de agosto de 1943, o chamado “Experimento Filadélfia”. A Marinha Norte-Americana desencadeou uma experiência militar na qual tornaria invisível um navio. Utilizaram-se dos trabalhos dos grandes físicos e matemáticos da época.

HIPERESPAÇO - De alguma forma, o navio foi enviado para algum lugar do espaço e no tempo, atestado pelos tripulantes utilizados no projeto. Segundo consta, o experimento teria criado um “buraco no hiperespaço”, o hiperespaço seria entendido da seguinte forma: você não está em lugar nenhum – está entre universos.

No campo da especulação, há referência de que o experimento teria criado uma abertura hiperespacial, o que teria possibilitado uma invasão de alfa-cinzentos (os populares grays) tudo a partir de 1950. Eles chegaram vindos de um outro continum espaço-tempo, um universo diferente do nosso. Especulação? É interessante observar que não consta ou o registro de contatados em anos inferiores a 1943 é inexistente, com referência aos “Grays”. É uma pesquisa nova, mas talvez encontremos algo importante com esta referência.

Podemos conceber que um ser dimensional em sua totalidade seria tão físico quanto nós. Não há dúvida de que os contatos ocorridos desencadeiam fenômenos paralelos, como a telepatia, a vidência, premonição, o que seria a capacidade de “perceber” outras dimensões que nos envolve. Dentro da Ufologia existem muitos paradoxos e informações contraditórias que recém ser analisadas. A origem da vida, por exemplo.

A ORIGEM DA VIDA NA TERRA - Há hipóteses de que os extraterrestres são os responsáveis pela origem da vida na Terra. Isto não resolve em parte o dilema. Isto pressupõe que no Universo há esta interdependência.Então, neste caso, como se originou a vida nestas civilizações que, agora estão presentes em nosso planeta? Não devemos ignorar a Teoria Evolucionista?

Não podemos negar que os contatos realmente ocorram, seja até mesmo em nível dimensional. Como temos observado em diversas declarações de contatados, muitas das qualidades denominadas de extrasensoriais se desenvolvem. É certo que percebem a realidade de uma maneira totalmente nova, até mesmo nós que pesquisamos os seres extraterrestres temos uma visão diferente do mundo e nos relacionamos melhor com tudo e com todos.

Talvez seja esta a grande verdade ufológica que se perpetua e se fortalece. Um ser de dimensão superior pode perceber as diferentes dimensões inferiores em uma nova perspectiva, num novo ângulo, que dificilmente notaríamos, a não ser nos estados alterados de consciência.Mas, afinal, a que nível ocorrem os contatos?

E no mais, pode-se confiar nos relatos?

* Lúcio Mário Guimarães é integrante do Centro de Estudos Ufológicos (CEU), sediado em Bicas-MG.
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