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06/05/2012

RECORDANDO: O DISCO VOADOR DE CASIMIRO DE ABREU-RJ - 08/03/1980- ONDE FANTASIA E FICÇÃO SE CONFUNDEM.ADICIONADO NOVOS VIDEOS



EDILCIO BARBOSA O PROTAGONISTA



A ESPERA DO DISCO VOADOR...


Matéria Publicada no O GLOBO em 09 de Março de 1980:


Dez mil pessoas frustradas em Casimiro de Abreu: O “Disco Voador” Não Apareceu!
(Paulo Markun)

Edílcio Barbosa, “o Mensageiro de Júpiter” teve de sair da fazenda Nossa Senhora da Conceição, ontem pela manhã, dentro de uma perua da Polícia Militar, protegido por dezenas de soldados, depois que uma multidão de aproximadamente dez mil pessoas comprovou que o “Disco Voador” que ele anunciara não aparecera.
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Tão logo a perua retirou o auto intitulado “Contato Extraterrestre” da fazenda, a multidão foi embora, enfrentando novamente quatro quilômetros de poeira e um demorado congestionamento na BR – 101, na saída do município Fluminense de Casimiro de Abreu.


Era o fim de uma odisséia que começou há algumas semanas, quando o mesmo Edílcio apareceu na cidade e entrou em contato com os proprietários da fazenda e com o prefeito Célio Sarzedas.


Para as milhares de pessoas que passaram a noite mal acomodadas em uma colina, a 300 metros do “campo de pouso”, foi o ponto final de uma vigília marcada por pedidos de silêncio dos coordenadores do “pouso” – que proibiram também que fizessem fogueiras ou se ligassem lanternas – e pelo coro dos descrentes, que aumentou com o passar do tempo até alcançar uma condenação unânime a Barbosa, instalado num buggy, junto à área reservada para a aterragem da Espaçonave.


A EXPLICAÇÃO

Foi sentado nesse carro que ele deu uma tumultuada entrevista, depois do fracasso do “Contato”. Ele explicou que o “Pouso” havia fracassado porque havia 40 pessoas deitadas na área, o que levou os Jupiterianos a cancelar a descida, confirmada por sinais de luz e som, por volta de meia-noite.


Havia cerca de 300 PMs do 7º Batalhão para impedir o acesso de qualquer pessoa na área de “Pouso” – dizendo apenas que não sabia justificar o surgimento dessas pessoas naquele local.


Alguns repórteres chegaram a aventar a hipótese de que fossem membros da equipe de contato, mas Edílcio descartou essa possibilidade.


E como os jornalistas foram barrados à distância pela própria PM foi impossível saber qual era o grupo que correu.



CAMPO DE POUSO TINHA ATÉ ORELHÃO

Apesar da decepção, a população de Casimiro de Abreu pôde presenciar um aparato jamais visto na cidade.

Além dos 300 efetivos da Polícia Militar, deslocados de Alcântara para policiar o local da “Aterrissagem”, todos os órgãos públicos do município foram mobilizados para que “Tudo saísse bem”:

o Hospital Nogueira de Souza ficou de prontidão;

uma equipe da Defesa Civil do Estado acompanhou os acontecimentos;

e até a Telerj instalou um “orelhão” junto ao “Campo de Pouso”.


Todos esses cuidados provocaram uma transformação na vida da cidade.

Por volta das 4h30m daquela madrugada, uma fila de aproximadamente cinco quilômetros de carros, estacionados dos dois lados da Rodovia BR – 101 (Rio – Santos), impedia o acesso à fazenda Nossa Senhora da Conceição, onde, segundo Edílcio Barbosa, a “Nave Extraterrena” iria pousar.

Até as 5 horas da manhã foi muito grande o número de pessoas a percorrer os quase seis quilômetros da estrada que dava acesso da BR – 101 ao local da “Aterrissagem”.

FONTE: O GLOBO /FANTASTICO


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CONFIRA OS VIDEOS ABAIXO:



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4 comentários:

Jorge Rogério Medeiros disse...

Todas o material de reportagem é pura verdade, eu estava lá naquela madrugada de março .

Anônimo disse...

Depois desse "acontecimento" o cara lá disse que um disco voador iria voar la perto da cidade e eles encontraram um ovni no ceu no dia na qual o cara tinha dito. ISSO É VERDADE?

VIGILANTES DO C. E. U disse...

VEJA OS NOVOS VIDEOS ACRECENTADOS.

Anônimo disse...

Alguns anos antes, em 1976 um helicóptero da Marinha brasileira havia desaparecido no mar. Em 1980 o comentário era forte de que essa suposta nave iria trazer esses desaparecidos, eu era garoto na época e juntamente com minha familia ficamos de certa forma apreensivos, já que um dos tripulantes era o meu pai. Isso não aconteceu e ficamos bastante frustrados. Os destroços foram encontrados 10 ou 15 anos depois. Mas esse fato histórico marcou realmente todos nós até hoje.