©

©

7 de set. de 2012

Balões Meteorológicos


Balão Meteorológico

História dos Balões Meteorologicos

Pipa MeteorológicaAntes da II Guerra Mundial, as pipas foram  utilizados para observações meteorológicas de altitude , mas deixava a desejar, pois as Pipas necessitavam de áreas abertas para o lançamento, e punham em risco o tráfego aéreo, por isso foram tirados de serviço na década de 1930, e substituidos por balões meteorológicos não tripulados que também eram  utilizados para observação, fixado ao solo e por serem facilmente visíveis não conflitavam com o espaço aéreo destinado a aviação, voando em certas altitudes para  fornecer dados como direção do vento, visibilidade, temperatura, e humidade do ar. Até o inicio da II Guerra Mundial, balões latex com instrumentos de informações  enviados por rádio transmissores eram bem comuns, para monitorar o clima para apoiar as operações militares, esses fatores  levaram ao desenvolvimento do balão meteorológico mais ou menos como a conhecemos hoje.

Balões Meteorológicos Radio Sondas

Em todo o mundo, as 12 horas de Greenwich do dia e da noite , centenas de balões
Instrumentos do Balão Meteorológico
Caixa de Instrumentos
meteorológicos são lançados para a atmosfera. Durante a sua ascenção, os aparelhos vão registando a humidade, a pressão e a temperatura e transmitem a base. A velocidade do vento a várias altitudes podem ser calculada pela trajetória  do balão durante sua subida.
O balão meteorológico é utilizado para colher dados diretamente nas camadas mais altas da atmosfera. Um balão meteorológico nada mais é que uma bola de borracha, cheia de gás hélio ou hidrogênio, tendo um paraquedas que, por sua vez, sustenta a rádio-sonda. Na maior parte das vezes, o conjunto inclui transmissores de rádio, alimentados por pequenas baterias. Os dados, dessa forma, são colhidos e imediatamente transmitidos a uma central, onde são processados.
No lançamento, o balão tem um diâmetro relativamente pequeno, em virtude da pressão atmosférica elevada que age sobre ele, à medida que sobe, a pressão atmosférica diminui e o balão se expande. São dois fatores se contrapõem,  a redução da temperatura, nas camadas imediatamente superiores da atmosfera, cujo efeito seria a contração do balão, e a redução de pressão atmosférica, que contribui para a expansão do gás interno. A variação de pressão, entretanto, predomina sobre a de temperatura e, consequentemente, o balão aumenta continuamente de volume à medida que sobe. A máxima altitude por ele atingida não pode ser prevista teoricamente, devido a fenomenos aleatórios da atmosfera terrestre.
A experiência mostra que o balão fica oscilando entre 15.000 e 20.000 metros de altura, por um intervalo de tempo, geralmente, entre 5 e 10 horas. A baixa pressão vigente, faz o balão explodir, e o rádio-sonda volta ao chão em queda suave, graças ao paraquedas.

A sonda tem de ser  leve e projetado para desintegrar se atingido por uma aeronave.

Existem poucos registros de colisões, em parte porque os balões não ficamBalão Radio Sonda no ar por longos períodos. Nem todos os balões meteorológicos conseguem ser reciclados, mas todas as sondas são equipadas com instruções e um saco e quem localisar pode utilizar para enviar o pacote de volta para quem a lançou. Alguns espertinhos tentam reclamar danos causados pela sonda, mas  é tão leve que ele seria impossivel causar algum dano.  O numero de sondas recuperadas é de 25%  sendo algumas recuperados 6 ou 7 vezes.

Outras utilizações de balões meteorológicos

Uma  empresa, está usando a tecnologia para monitorar veículos e equipamentos para companhias petrolíferas no Texas, Oklahoma, Louisiana, Arkansas, e Novo México. Milhares de balões que transportam uma carga de comunicações foram lançados, dia ou noite, independentemente do tempo, e eles são lançados até com  furacões. A empresa também propõe usar o mesmo conceito para telefonia móvel no estado de Dakota do Norte. Três balões, cada um transportando um conjunto de equipamento de comunicação, poderiam proporcionar uma cobertura total da região pouco povoada, onde seriam necessárias uma centena de torres de celular para a mesma cobertura, seria uma grande economia pois os balões custam cerca de US $ 55 dólares cada, após deixar o Estado, o balão iria largar sua carga e chegaria ao solo em um  paraquedas, e enviaria um sinal para a sua localização para a sua  recuperação, também haveria uma mensagem com uma recompensa para quem recuperar o objeto, a cada instante estariam no ar 9 balões em altitudes acima do tráfego aereo.
Balões Meteorológicos no Brasil

 Balões Meteorológicos no Brasil

Desde 1969, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE , criou uma divisão  denominado de Setor de Lançamento de Balão, SLB para atender as necessidades dos cientistas brasileiros,  através de um programa de lançamento e pesquisa de balões meteorológicos, que até hoje é unico. Além disso, a infra-estrutura está disponível para utilização pelos cientistas estrangeiros, por meio de cooperativas ou outras agências e universidades ao redor do mundo. Inicialmente, entre 1973 e 1982 os lançamentos aconteceram em São José dos Campos onde estão localizadas os técnicos do INPE e sua sede administrativa, também la se encontram os laboratórios de montagem, e integração de aparelhos de testes e uma sala para ensaios climáticos e laboratório de funcionamento dos circuitos em diferentes pressões e temperaturas.
O primeiro lançamento de um balão estratosférico no Brasil foi em junho de 1968 transportando uma carga de 30 kg. para o estudo da estratosfera e raios-X. O voo do balão terminou na África do Sul, depois de atravessar o Oceano Atlântico. Após essa primeira experiência bem sucedida houve um pico de atividade durante a primeira metade da década de 70. Finalmente, após os dois últimos vôos em janeiro de 1982, os balões começaram a ser lançadas a partir de novas instalações localizadas em Cachoeira Paulista bem como outros locais alternativos, como em qualquer dos numerosos aeroportos localizados em todo o país.



BALÃO  SOLAR - Muitas vezes confundido com nave extraterrestre



Quando apareceu o balão solar foi uma euforia, para todos os lados que se olhava lá estava aquele charuto preto voando no céu.
O material desses balões nada mais é do que um filme plástico bem fino. Fabricados pelas empresas, Enrolado em bobina com camada dupla fechadas nas duas extremidades da largura. 
Muitas pessoas por não consegui compra esses plásticos utilizam sacos de lixos preto de 100 litros, àqueles considerados bem vagabundos. São abertos e emendados com durex para aumentar seu tamanho. 

Para soltar um balão solar é  muito fácil e pratico, basta amarrar uma das pontas do saco e enche-lo na outra extremidade com um abafador ou um ventilador, em seguida fecha o saco e espere os raios solares aquecer o ar que se encontra dentro dele para ele começar a queres subir. O balão sem bucha e sem fogo. 
Lembro de uma tarde, era feriado em São Paulo, 9 de julho de 2001 ou 2002 não tenho bem certeza do ano, foi um dia em que o céu estava forrado de balão solar dava a empresam que estava tendo um grande festival de sacos preto. 
No dia seguinte no Bom dia São Paulo da Rede Globo teve uma grande matéria falam de balões juninos e nessa mesma matéria, não sei se passaram uma informação errada a eles, mais foi dito que esses balões eram cheios com gás inflamável e poderia ocorrer uma grande explosão se tocados ao solo, um tremendo absurdo. 
Mais adiante Surgiram as mentes criativas e criaram o balão solar com formatos de balões juninos, cortados da mesma forma que se cortam os tradicionais só com uma diferença, são fechados com durex, já ouvir falar que algumas pessoas utilizam solda elétrica ou seladora. Esses também são soltos da mesma forma dos charutos e não se usa bucha, ou seja, sobe apagado e desce apagado.
E podem carregar bandeiras ou fitas como adereço.



PLANETA BALÃO .COM






6 de set. de 2012

ESTRANHO OBJETO SOBRE A CIDADE DE TRÊS PONTAS -MINAS GERAIS







De acordo com o Portal G1, no dia 26 de agosto passado quatro crianças gravaram um disco voador sobrevoando a cidade de Três Pontas (MG).
O vídeo foi enviado pela internauta Laís Aparecida da Silva Correia para a seção “Vc no G1″, e as imagens foram gravadas por volta de 15h no quintal de uma casa do bairro Filadélfia, onde as crianças brincavam no quintal com uma câmera fotográfica.
No vídeo, o OVNI aparece entre as nuvens. Quando as crianças acionam o zoom do equipamento, o objeto fica em foco por alguns segundos no centro da tela. Pouco depois, o objeto desaparece rapidamente. Durante a gravação, é possível ouvir a expressão de espanto dos adolescentes. “Dá pra ver certinho. É uma nave, eu tenho certeza.“, dizem as crianças.
Segundo a advogada Laís Aparecida da Silva Correia, que enviou o vídeo, todos ficaram assustados após a gravação. “Elas viram algo estranho no céu e começaram a gritar. Depois, elas chamaram os adultos. Parece muito uma nave. Nós achamos melhor enviar o vídeo para saber do que de fato se trata“, disse ela.
A reportagem do G1 Sul de Minas entrou em contato por email com a assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB), mas até esta publicação, ainda não recebeu retorno sobre o registro de algum OVNI no espaço aéreo do Sul de Minas Gerais.













Inmet descarta hipótese de óvni de ser balão meteorológico

Segundo instituto, a princípio, seria algum outro tipo de experimento.
Para perito que analisou imagem, objeto pode ser algo não tripulado.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) descartou a hipótese do óvni (Objeto Voador Não Identificado) filmado por adolescentes na tarde de domingo (26), em Três Pontas (MG) (Assista ao vídeo), ser um balão meteorológico. Segundo o responsável pela previsão meteorológica, Jorge Moreira, os balões são lançados pelo instituto apenas em Confins (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

“Pelo horário e pela distância em que o óvni foi flagrado, dificilmente seria um balão de sondagem. Pode ser algum outro tipo de experimento, de algum outro órgão ”, acredita o representante do Inpe.A assessoria de imprensa do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), também informou que o órgão não solta balões do tipo no interior de Minas Gerais.As imagens divulgadas pelo G1 chamaram a atenção de estudiosos em ufologia nos últimos dias. Para Ademar José Gevaerd, editor de uma das mais importantes publicações especializadas no assunto no país e que há 35 anos estuda a ufologia, caso não se trate de uma montagem, o vídeo pode ser considerado raro."Fiquei impressionado com as imagens e estamos consultando especialistas. Hoje em dia, com a tecnologia, é difícil saber o que é ou não é truque. Pode ser que estejamos diante de filmagens autênticas e caso elas sejam, são uma das mais impressionantes que existem. Já estamos acostumados no ramo da ufologia a deparar com casos e relatos autênticos que não são levados a sério pelas autoridades", diz ele.
A pedido da revista especializada, o vídeo foi analisado por um perito policial do Paraná, especialista em imagens e que coordena o grupo de ánalise de imagens da publicação sobre ufologia. Segundo o perito Toni Inajar, a hipótese do objeto se tratar de um avião ou helicóptero é descartada. Ele também não encontrou indícios de que o vídeo seja uma fraude. Conforme ele, ao que parece, ou seria um balão ou um objeto desconhecido, não tripulado.
"O objeto se encontra bastante afastado e a filmagem foi feita utilizando zoom máximo. Se mesmo assim fica difícil perceber com nitidez os contorno e nem se consegue identificar qualquer detalhe do objeto, não acho possível que estando no local e a olho nu se conseguisse divisar coisa melhor. Acho mesmo que o que viram foi algo bem aparentemente pequeno, devido à distância. A velocidade aparente de deslocamento, comparando com as nuvens, é bastante baixa, ao meu ver sendo inferior a de um helicóptero em deslocamento normal. Não há nada que indique se tratar de helicóptero, normal ou em escala (aeromodelo). Para mim são muito fortes os indícios de que se trata de balão, em particular balão solar, com um formado não usual, talvez formado pela adição (amarração) de diversos segmentos formando um único volume, com o propósito de tornar sua silhueta mais parecida com a discóide (elípse)", relatou o perito, após analisar as imagens por várias vezes.
Imagem de objeto que apareceu em Três Pontas ampliado. (Foto: Reprodução G1)Imagem de objeto que apareceu em Três Pontas
ampliado. (Foto: Reprodução G1)
A assessoria de imprensa do Comando da Aeronáutica informou ao G1  que não dispõe de estrutura ou de especialistas que possam analisar o suposto aparecimento de óvnis em território nacional. Ainda conforme a assessoria, desde fevereiro de 2009, todos os registros do tipo são encaminhados periodicamente para o Arquivo Nacional, onde podem ser acessados e estudados por qualquer interessado no assunto.
O caso
As imagens foram gravadas por quatro adolescentes por volta de 17h do dia 26 de agosto no quintal de uma casa do bairro Filadélfia, em Três Pontas, onde as crianças brincavam no quintal com uma câmera fotográfica. No vídeo, o Óvni (Objeto Voador Não Identificado) aparece entre as nuvens. Quando as crianças acionam o zoom do equipamento, o objeto fica em foco por alguns segundos no centro da tela. Pouco depois, o objeto desaparece rapidamente. Durante a gravação, é possível ouvir a expressão de espanto dos adolescentes. "Dá pra ver certinho. É uma nave, eu tenho certeza", dizem as crianças.Segundo a advogada Laís Aparecida da Silva Correia, que enviou o vídeo, todos ficaram assustados após a gravação. "Elas viram algo estranho no céu e começaram a gritar. Depois, elas chamaram os adultos. Parece muito uma nave. Nós achamos melhor enviar o vídeo para saber do que de fato se trata", disse ela.



30 de ago. de 2012

10 PERGUNTAS SOBRE OUTROS SERES INTELIGENTES NO UNIVERSO

Não sabemos se estamos ou não sozinhos no universo, mas suspeitamos que não. Existem muitas chances de que exista vida em outros planetas, um assunto fascinante que provoca a nossa imaginação.Entretanto, ao imaginar como seriam ou como se comportariam   os alienígenas, a gente costuma fazer algumas presunções bastante antropocêntricas (ou seja, a gente acaba assumindo que eles são parecidos conosco de alguma forma), mesmo sem querer.
A ideia que temos de como um extraterrestre deve parecer foi moldada pelas artes e entretenimento que, de uma forma ou outra, criaram alienígenas que prestavam para contar uma história, embora fossem um pouco inacreditavelmente parecidos conosco.
Vamos fazer de conta que a humanidade está a ponto de fazer contato com uma espécie, uma civilização que viva perto de nós. O que podemos e o que não podemos presumir acerca deles? Vamos dar uma olhada, bem especulativa, em alguns fatores que merecem um pouco de consideração, e como eles estão relacionados à ciência real e à ficção científica.
10 – APARÊNCIA
Todo mundo imagina os alienígenas como sendo humanóides, ou pelo menos com aparência terráquea. Mesmo quando tentamos inventar alienígenas que não se pareçam conosco, buscamos inspiração da fauna terrestre: répteis, crustáceos, ou insetos – só que com tamanho de gente ou um pouco maiores.
Esta ideia é baseada em algumas pressuposições, como a de que eles têm uma bioquímica semelhante à nossa, ou seja, são organismos multicelulares, com esqueleto, membros para deslocamento e para manipulação do ambiente, cérebro grande o suficiente para alguma cognição.
Mas a evolução deles pode ter tomado outro caminho: eles podem ter outro tamanho, não ter cabeça, ou não ter membros semelhantes aos que vemos no nosso planeta. Eles não precisam nem mesmo ter a mesma bioquímica que nós. Eles poderiam ser criaturas baseadas em silício, com uma estrutura cristalina, e viver em lugares de alta temperaturas, etc.
9 – ENERGIA?
Todos os seres vivos consomem energia na forma de alimento, e o alimento que os alienígenas consomem depende da bioquímica deles. Como serão os alienígenas, então? Como os elementos que nos fazem são os mais abundantes do universo, não é um exagero pensar que eles podem ter uma dieta similar à nossa, pelo menos na parte da química.
Mas será que eles nos verão como presa, ou predador? Como competição, ou intrusão? Ou até como montes fedorentos de resíduos? E como eles se parecerão para nós? Será que a dieta deles vai nos causar nojo, se, por exemplo, forem organismos baseados em amônia? Será que estarão buscando comida ou estarão pensando em alimentar os famintos? Será que a gente vai ser incluído nos “famintos” sem parecer uma espécie inferior?
8 – QUAL A HISTÓRIA DELES?
A história da humanidade inclui bons momentos e maus momentos, mas não deixa de ser uma história interessante, começando 3,5 bilhões de anos atrás, com extinções em massa, eras do gelo, povoamento do planeta, guerras, pestes, campos de concentração e gênios militares e pacifistas.
E os alienígenas, como será a história deles? A maneira que eles abordarem a gente vai ser um indício disto. Será que eles evoluíram em uma sociedade pacifista, e vão nos abordar com certa ingenuidade e boa vontade? Ou será que estão acostumados com a violência e tem tanto aparato bélico quanto diplomático bem desenvolvidos?
Jared Diamond e Stephen Hawking acreditam que existe alguma possibilidade deles serem parecidos conosco, e neste caso viriam para nos dominar, quer pela força ou pela persuasão. Mas esta é uma possibilidade entre muitas.
7 – O QUE ELES ESPERAM DE NÓS?
Nós temos esperança que um contato alienígena traga benefícios mútuos, com cooperação científica, exploração espacial, compartilhamento de recursos e talvez até apreciação de arte.
Mas existe a possibilidade dos alienígenas estarem interessados em nós como nós estamos interessados no gado e nas plantas e animais domesticados: tratamos eles bem, na medida do possível, mas ainda assim os usamos para nosso benefício.
Ou talvez eles tenham este receio em relação à nós, e por isto não estejam tão animados em fazer um contato. Considerando nossa história, seria bem justificado.
6 – ELES SÃO INTELIGENTES?
Imagine só encontrar com um Neandertal. Você pode até conseguir entabular uma conversa, e ele vai compreender alguma coisa, se for relacionada com caça e construção de ferramentas simples, mas talvez ele não consiga entender conceitos mais elevados, como arte, diplomacia, metafísica ou semântica, pelo menos não da forma que nós entendemos. Sendo assim, vai ser um encontro um pouco frustrante…
Um encontro com uma inteligência alienígena pode apresentar o mesmo tipo de frustração, mas por parte dos alienígenas. Como será que eles reagiriam a uma humanidade incapaz de compreender o mínimo necessário para manter uma conversa inteligente com eles? Por outro lado, pode ser também que exista um “nível universal mínimo de inteligência” e a gente tenha atingido o mesmo (e aí, conseguiríamos uma compreensão mútua).
H. P. Lovecraft desenvolveu um conceito, chamado cosmicismo, ou “terror cósmico”, que descreve a incapacidade da humanidade de compreender as enormes forças que governam o universo, e propôs que a magnitude destas forças faz com que a gente seja insignificante no “grande esquema das coisas”. O universo seria para nós algo incompreensível, alienígena, aterrorizante. É uma possibilidade…
5 – ELES DESENVOLVERAM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
Esse é um tema de ficção científica recorrente, e daí tiramos a ideia de que é possível desenvolver uma inteligência artificial que possa agir conforme seus próprios interesses, em vez dos nossos, a ponto de nos ameaçar. Algumas pessoas consideram o problema tão sério que, através do Singularity Institute, querem garantir que toda pesquisa em inteligência artificial seja feita de forma responsável.
Mas não temos como controlar o desenvolvimento de IA por outras civilizações com as quais não temos contato ainda. Apesar da possibilidade ser baixa, ela existe, mas é mais baixa ainda a probabilidade que uma inteligência alienígena também não tenha pensado na possibilidade de uma Inteligência Artificial rebelde.
Mesmo assim, é uma questão válida. E uma que tem produzido bons trabalhos de ficção científica.
4 – E A COGNIÇÃO E EMOÇÃO?
Estamos acostumados com pessoas da nossa cultura, que pensam mais ou menos da mesma forma. Mas se você for para a Amazônia, vai encontrar os Pirahãs, uma tribo que não acredita em nada que eles não tenham visto, e não é capaz de contar até 3.
Eles são inteligentes, mas a cultura deles simplesmente não desenvolveu a ideia de números. E olha que eles são humanos, como nós. Extrapole agora esta diferença para uma espécie alienígena, e para outros campos além da capacidade de contar. O abismo que nos separa dos alienígenas pode ser imenso!
E não só no aspecto cognitivo; nossas emoções também podem ser completamente diferentes. Atualmente, existem algumas hipóteses que dizem que as nossas emoções são subprodutos da evolução. É possível que uma civilização alienígena, tendo percorrido um caminho evolucionário completamente diferente, não compreenda o significado de uma gargalhada, não se maravilhe ou tenha medo do que nos maravilha e amedronta.
E pode ser que as emoções que eles sintam, a gente não possa nem pensar em compreender. Isto dificultaria bastante a diplomacia interplanetária.
3 – CONHECIMENTO DO UNIVERSO?
Pode ser que os alienígenas tenham um conhecimento mais profundo e mais sofisticado do universo que nós. Pode ser que eles tenham elucidado a natureza da matéria e da energia escuras, pode ser que tenham um mapa muito mais preciso do universo, e pode ser até que saibam como utilizar a topologia do espaço-tempo a seu favor, algo que a gente só consegue explorar na imaginação, por enquanto.
Mas pode ser que eles tenham uma compreensão limitada do trabalho e conhecimento que outras civilizações são capazes. Por outro lado, como a espécie humana continua evoluindo, pode ser que uma humanidade mais inteligente ou uma espécie mais inteligente que nós derive da espécie humana em 20 mil ou um milhão de anos.
2 – LONGEVIDADE?
Existem muitas formas pelas quais a vida pode acabar, desde as incertas e aleatórias, como uma praga, uma explosão de raios gama, ou uma supernova, até as distantes e inevitáveis, como quando as estrelas terminarem todo o combustível nuclear e cessar toda fusão nuclear, em 97 trilhões de anos, ou então quando os prótons começarem a decair, daqui a 1034 anos, ou quando tudo que restar for fótons, em 10100anos. Ou então daqui a pouco, se a gente estiver em estado de falso-vácuo.
É de se supor que qualquer forma de vida avançada queira prolongar sua existência indefinidamente, no estado atual ou algum tipo de estado elevado. Que providências eles poderiam tomar para garantir a continuidade da existência?
Algum tempo atrás, quando o Big Crunch era o cenário mais plausível para o fim do universo, o físico Frank Tipler propôs uma solução: a criação de um computador infinitamente poderoso, que pegaria toda a energia do Big Crunch e rodaria uma simulação de todo o universo a partir do último segundo do tempo “físico” (ou seja, um segundo antes do “Big Crunch”). Nossa existência então faria parte desta simulação, como uma gigantesca matrix da qual não haveria escapatória.
1 – ONDE ELES ESTÃO?
Temos uma boa ideia do que é preciso para que um planeta sustente vida, e até descobrimos vários sistemas estelares promissores. As más notícias é que não sabemos o que um planeta precisa ter para sustentar vida inteligente, e há pouca razão para acreditar que os poucos planetas habitáveis que encontramos realmente têm vida. As boas notícias é que examinamos um canto muito pequeno da galáxia, e só o fato de haver planetas habitáveis nas proximidades significa que a probabilidade de haver vida por aí é bastante alta.
Novamente, as más notícias são que estamos limitados pela física para chegar em lugares tão distantes em períodos de tempo razoáveis. Mesmo que consigamos viajar mais rápido que a luz, se a hipótese do Big Rip se tornar verdadeira, cada segundo que passa torna a viagem intergaláctica mais e mais improvável.
Supondo que algum dia possamos curvar o espaço-tempo para viajar a lugares distantes em poucos segundos, onde devemos procurar vida? Não são apenas planetas a certa distância de suas estrelas que devemos procurar. O tamanho, luminosidade, e as manchas da estrela contam, a órbita do planeta, componentes atmosféricos, rotação e inclinação do eixo, tamanho e distância de outros planetas orbitando a mesma estrela, e mesmo a forma e atividade da galáxia em que estão são fatores importantes a considerar.
De qualquer forma, não vamos viajar em busca de alienígenas tão cedo. Se isto for acontecer ainda nas nossas vidas, é provável que seja por que os alienígenas nos encontraram, e não o contrário.
Mas a vida extraterrestre é um assunto cativante, e esperamos que um dia a humanidade venha a saudar criaturas de outro planeta e estabelecer uma relação de mútuo benefício.

15 de ago. de 2012

OBJETO VOADOR SOBRE A CIDADE ERA UMA BALÃO METEOROLÓGICO 12/08/2012


VEJA O VÍDEO


A FALTA DE CONHECIMENTOS E DESINFORMAÇÃO PODEM OCASIONAR ERROS DE INTERPRETAÇÃO NA MAIORIA DOS  AVISTAMENTOS
12/08/2012 14:52 - FILMADO PELO AUTOR DO BLOGER
PESQUISA SÉRIA E INDEPENDENTE