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7 de ago. de 2010

CHILE AVISTAMENTO DE OVNI

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Estresse pós-traumático, alucinação coletiva, notícia sensacionalista ou um caso real?

Na manhã do dia 1° de março, os passageiros de um ônibus que passava por Iquique testemunharam uma situação aterradora.

Os gritos de uma mulher despertaram todos os passageiros, que como ela, olharam pela janela. "Apareceu um objeto cilíndrico vertical na costa, como uma lâmpada fluorescente. Ao mesmo tempo, saiu do mar uma estrutura em forma de pião com muitas luzes ao redor. De repente eles viram uma entidade humanóide, braços longos, com quase três metros de altura, emitindo uma luz e caminhando pela estrada".

"Isso provocou pânico ", disse
a Publimetro Enrique Silva, ufólogo, que juntamente com o general reformado da Força Aérea do Chile, Ricardo Bermudez, está investigando o caso. Outros moradores também observaram o mesmo fenômeno além dos passageiros do ônibus.

"Estamos reunindo testemunhas e depoimentos. Algumas alunas entrevistadas disseram que o trocador e o motorista tiraram fotos do que aconteceu, o que seria um material muito valioso. Este caso é interessante e completo. Não tenho um registro assim no Chile há pelo menos 20 anos ", disse Silva.


Explicação

O jornalista Juan Andrés Salfate disse que "existem duas teorias para explicar as aparições de OVNIS depois de um desastre.

A primeira é que eles vivem entre nós, debaixo da terra, fazem uma operação de evacuação e acabam se mostrando. A outra é que eles vivem em um estado de vigilância constante e acompanham os nossos processos e reações. "



Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Publimetro

1 de ago. de 2010

A MACRO TRANSIÇÃO E A CONSCIÊNCIA PLANETÁRIA

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Vossa Santidade, o Dalai Lama, o ex-presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachev, o compositor Peter Gabriel, Sir Arthur Clarke, o autor do livro 2001, Uma Odisséia no Espaço, que virou o filme imortal de Stanley Kubrick e Jane Goodall, a cientista que viveu junto com os gorilas na África, estiveram juntos, no dia 20 de março, para celebrar o Dia Mundial da Consciência Planetária.



Peter Gabriel, Sir Arthur Clarke, o autor do livro 2001, Uma Odisséia no Espaço, que virou o filme imortal de Stanley Kubrick e Jane Goodall, a cientista que viveu junto com os gorilas na África, estiveram juntos, no dia 20 de março, para celebrar o Dia Mundial da Consciência Planetária.



O lançamento oficial do evento foi em Budapeste, na Hungria, quando, na ocasião 29 países participaram da festa, que é uma iniciativa conjunta de várias organizações internacionais e faz parte das comemorações do Festival da Visão Planetária 2001, o PVF2001, como ficou conhecido, lançado no primeiro dia deste terceiro milênio com grandes caminhadas em muitos países do mundo.


Ao redor do mundo, a comemoração do dia 20 acompanhou a trajetória do sol, começando ao raiar do dia na Nova Zelândia. Um por um, 29 países na Ásia, na Europa e na América, deram início às festividades, até que, quando o sol nasceu em Samoa, na Oceania, todos foram parte da grande corrente UM PLANETA, UM POVO, UM FUTURO.



A idéia dessas celebrações é provocar discussões globais sobre temas como ética e cidadania e conscientizar os habitantes do nosso pequeno planeta da importância de um esforço conjunto para construir um futuro melhor para todos. "Se agirmos com responsabilidade e compaixão, podemos mudar a maneira como nós nos relacionamos uns com os outros e com o planeta.



Esta iniciativa de chamar atenção para o fato de que a humanidade é uma só e para a necessidade de desenvolvermos uma consciência planetária é admirável", aponta Arthur Clarke.



O Dia Mundial da Consciência Planetária, assim como todas as ações do PVF2001, são iniciativas do Clube de Budapeste, uma entidade internacional dedicada ao desenvolvimento de uma nova ética que sustente os desafios sociais, políticos e econômicos do século 21, fundada pelo filósofo Ervin Lazlo, em 1993.



Entre seus membros ilustres, o Clube conta com líderes nas mais diversas áreas do saber humano, como o Dalai Lama, o bispo Desmond Tutu, a historiadora e feminista Riane Eisler, o filósofo Edgar Morin e o coreógrafo Maurice Béjart. Para a realização do PVF2001, o Clube buscou a parceria de outras organizações internacionais, como a Associazione Culturalle dei Triangole e della Buona Volontà Mondiale e a Pathways to Peace.



Em cada país, a celebração da Consciência Planetária incluiu um painel das tradições culturais de cada povo, o que significou muita música e danças, além de palestras e debates sobre questões como consciência e educação, ciência e espiritualidade. Ao longo do dia, as pessoas foram incentivadas a refletir sobre seus próprios valores, seus conceitos de certo e errado, suas visões sobre a vida e sobre suas comunidades e, ainda mais, sobre todas as comunidades humanas de modo geral, ricas e pobres, modernas  ou tradicionais. "O mundo seria um lugar dramaticamente diferente se a humanidade reconhecesse que todos pertencemos à mesma família", disse o bispo Desmond Tutu.



Depois do Dia Internacional da Consciência Planetária, talvez nós estejamos mais perto desse ideal. Em Setembro, também no Horto Florestal, celebraremos dia 22 de março do próximo ano o dia Internacional da Ética Planetária. Os dez princípios da ética planetária que divulgamos em seguida foram parte deste programa e constituem o propósito do The Club Of Budapest para os próximos dez anos.



O livro "Macrotransição - O Desafio Para o Terceiro Milênio" de Ervin Laszlo constitui o texto essencial para o desenvolvimento da consciência humana neste mundo em transição orientando como decidir nosso destino coletivo e o futuro do planeta Terra.



NOSSA EVOLUÇÃO ESTÁ EM NOSSAS MÃOS

Good News Agency - Uma agência de notícias internacionais que traz informações referentes a trabalho voluntário, projetos da ONU, ações de ONGs e instituições dedicadas a melhorar a qualidade de vida. Macrotransição é uma mudança profunda, abrangente e irreversível que ocorre em todos níveis e sistemas. Para enfrentar esse maciço progresso tecnológico, não precisamos ter como foco principal os programas públicos ou corporativos nem os grandes esquemas econômicos ou políticos. O fundamental é nos concentrarmos na Consciência Humana. Nossa evolução está em nossas mãos. Em seu último livro, MACROTRANSIÇÃO: O Desafio para o Terceiro Milênio, Ervin Laszlo - fundador e presidente do Clube de Budapest, comenta a crise de sustentabilidade do planeta, suas conseqüências e aponta os caminhos que poderemos tomar.



Planetary Vision Festival - O Planetary Vision Festival é um evento que acontece duas vezes por ano com o objetivo de promover a necessidade de um desenvolvimento sustentável e pacífico para todos. O Planetary Vision conta com a participação de pessoas em 26 paises.

ASTRONAUTA EDGAR MITCHELL ADMITE QUE EXTRATERRESTRES EXISTEM









O astronauta aposentado Edgar Mitchell - que fez parte da missão com destino à Lua Apollo 14, em 1971 - afirmou que existe vida extraterrestre e que o governo americano esconde informações sobre o assunto. Segundo o site do jornal britânico Telegraph, as afirmações foram feitas durante a quinta X-Conference - um encontro anual que reúne ufólogos e outras pessoas que acreditam na existência de discos voadores e formas de vida alienígena - que aconteceu do dia 17 ao dia 19 de Abril.
De acordo com o jornal, o ex-astronauta, hoje com 78 anos, disse: "não estamos sozinhos. Nosso destino é tornar-nos parte de uma comunidade planetária. Nós devemos estar prontos para ir além do nosso planeta e além do nosso sistema solar para descobrir o que está realmente acontecendo lá fora."
Mitchell, que foi piloto do módulo lunar na Apollo 14, também disse que em 1947 tentou investigar o chamado "Incidente Roswell" - um suposto disco voador que teria caído na localidade de Roswell, no Novo México - , mas que foi dissuadido por autoridades militares. O astronauta, que cresceu na cidade de Roswell, afirmou que na época os moradores "foram silenciados pelas autoridades militares que ordenaram que não se falasse sobre essa experiência."
Ele alegou que tentou buscar as provas que foram colhidas com moradores locais pelo Pentágono. Segundo ele, um oficial do governo - cujo nome não foi citado - havia prometido que descobriria mais informações, mas seu acesso foi negado quando ele "tentou entrar no trabalho interno desse processo". Michell afirma que o oficial nega a história.









"Convido a todos aqueles que duvidam: leiam os livros, comecem a compreender o que realmente aconteceu. Porque realmente não há nenhuma dúvida de que estamos sendo visitados", disse Mitchell. "O universo em que vivemos é muito mais maravilhoso, emocionante, complexo e abrangente do que jamais fomos capazes de entender."
Em resposta às afirmações de Michell, pela rede americana CNN, um porta-voz da Nasa afirmou que "a Nasa não acompanha discos voadores e não está envolvida em qualquer tipo de encobrimento sobre vida extraterrestre neste planeta ou em qualquer outro lugar."
Stephen Bassett, chefe da Paradigm Research Group (PRG), que sediou a X-Conference este ano, disse à CNN que "há um terceiro trilho (na política americana), que é a questão dos extraterrestres."
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Redação Terra

20 de jul. de 2010

ABDUÇÃO DE TIAGO MACHADO -1969

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Vários moradores no Bairro Pinheiro, da cidade paulista de Pirassununga, assistiram, no dia 5 de fevereiro de 1969, às 7h30m, a um espetáculo impar e emocionante: Um objeto luminoso desceu do céu, a uns 600 metros de distancia, no mato. Quem viu a luz primeiro foi Dna. Maria dos Santos:
"- Ele fazia movimentos de subida e descida, a pouco mais de meio metro acima do chão".
Tiago Machado, 19 anos, vizinho de Dna. Maria pensou que fosse um pára-quedas azul, luminoso, "de um brilho total". Os outros disseram que era um disco voador. E, talvez com receio, ninguém quis acompanhar Tiago na busca ao objeto. Este se muniu de um binóculo a tiracolo e seguiu, mato adentro, sempre guiado pelos gritos dos observadores distantes que, de onde estavam, tinham melhor visão.
Já bem adiante, Tiago resolveu pedir ajuda ao seu amigo Francisco Henser, que morava por ali, dentro do terreno do Instituto Zootécnico. Seguiram os dois pelo mato, um pela parte baixa, outro pela parte de cima.


FRENTE A FRENTE COM O DISCO
Em virtude de a vegetação ser espessa e alta, Tiago só viu o objeto quando já estava a apenas 10 metros de distancia, mesmo assim, só percebeu uma estrutura arredondada, metálica, com 1,5 metro de altura, pousado num tripé. Afastando ramos, procurou melhor posição e ficou observando. Quase imediatamente, abriu-se uma portinhola no aparelho e por ela saíram, flutuando, dois tripulantes, um de cada vez, baixando suavemente até o solo. Porém dentro da nave, ele distinguiu mais do observando-o através de uma espécie de pára-brisa.
Eram homens pequenos. Teriam 1,5m de altura. Usavam roupa colante, aluminizada, que cobria todo o corpo, dos pés à cabeça. Na altura do rosto havia um visor transparente. O rosto tinha pele lisa, amarelada, com uma cicatriz em cada bochecha. O olho esquerdo ficava em nível mais alto do que o direito. Lábios finos, nariz achatado, olhos amarelo-escuro, sem pupila e sem esclerótica. Duas rugas paralelas acima dos olhos sem cílios nem pálpebras. O queixo dava a impressão de "estar fugindo para trás...”,
Os dois tripulantes deram 3 passos à frente e o garoto deu um, ficando, assim, a uns 8 metros, frente a frente, quando entabularam "conversação". Eles emitiram sons graves, guturais e roucos, que pareciam sair de uma "tromba" que se movimentava na parte inferior da "máscara" de cada um, ao falar.
Quando Tiago perguntou-lhes, em português, como teriam chegado ali, um deles fez gestos de movimentos rotativos com as palmas das mãos apostas, formando um círculo com os dois braços que, em seguida levantou e abaixou virias vezes. Nesse momento, o rapaz tirou um cigarro do maço que estava no bolso da camisa e o acendeu, o que foi observado com grande atenção pelos quatro seres, que se entreolharam e trocaram algumas palavras quando Tiago tirou as primeiras baforadas. Então, o jovem mais calmo, pegou o maço que ainda continha 14 cigarros, e o jogou para eles. Um deles, sem desviar os olhos do garoto, apanhou-o, inclinando-se com alguma dificuldade. Quando a mão que o homenzinho estendeu chegou a uns 10 centímetros do maço, este se elevou sozinho e aderiu a ela. Em seguida o tripulante encostou a mão com os cigarros ao próprio corpo e, como num passe de mágica, o maço desapareceu. Os dois pigmeus riram, mostrando seus dentes enegrecidos e "diferentes", pois os inferiores se encaixavam em falhas nos superiores e vive-versa.

ALARMADOS
Depois do episódio dos cigarros, os dois, mais confiantes, adiantaram um passo, o mesmo fazendo Tiago, que pensou que eles queriam convidá-lo para uma viagem no disco voador. Assim, para deixar um comprovante, o jovem tirou o binóculo que trazia e tiracolo, colocando-o no chão. Alarmados, os pilotos recuaram 4 passos. Vendo isso, Tiago recolocou o binóculo no pescoço, após o que os dois se aproximaram novamente.
Procurando fazer-se entender, os cosmonautas falaram e gesticularam cerca de 15 minutos,até que ouvindo o grito de Francisco chamando pelo nosso amigo, recuaram lentamente, sempre de costas para o Disco. Deram um pulinho, elevaram-se no ar e entraram na cosmonave, um depois do outro. O último, com o busto ainda do lado de fora, apontou um instrumento na direção do jovem e lançou uma chama azul, que o atingiu na coxa direita, onde sentiu logo um "formigamento", seguido de endurecimento de todo o corpo. Ainda pode ver a janelinha fechar-se e a nave ergue-se uns 2 metros do solo, silenciosamente, seguindo para o "lado do Morais". Foi então que caiu e perdeu os sentidos. Ao recuperar a consciência, uma hora depois da Santa Casa, ainda sentia um pouco de dor na coxa, mas disse que estava bem ao médico que o foi atender. Este, segundo declaração de Tiago, não o examinou, apenas olhou-o, dispensando-o imediatamente.
No local da aterrissagem, a vegetação estava amassada num circulo de quatro metros de diâmetro e, dentro desta área, 3 buracos, correspondendo às conchas nas quais se apoiavam as pernas do tripé.
Tiago nesse dia ingeriu de 3 a 4 litros de água e dormiu muito. Nos primeiros dias seguintes ainda tomou água em abundância.

TESTEMUNHOS ADICIONAIS
O MEDICO - O Dr. Henrique Reis, em entrevista que concedeu a SBEDV no dia 19 de maio de 1973, declarou, por sua vez, que, no mesmo dia da ocorrência, examinou Tiago Machado, dos pés a cabeça, na Santa Casa, durante uma hora, não encontrando nada de objetivo na perna ou no corpo. Achou normais o pulso, a pressão e a respiração. Notou apenas que o rapaz estava com o corpo todo duro e piscava muito, o que interpretou como pitiatismo (designação genérica das manifestações histéricas devidas a sugestão e suscetíveis de desaparecer pela contra-sugestão ou persuasão). Acrescentou ainda que, a posteriori, acha realmente que teria havido algum episodio com Tiago ligado a discos voadores, mas acha também que o jovem se comportara como vedete, embora admita ser o histerismo muito mais raro no homem do que no sexo feminino.
A VIZINHA - A Sra. Maria dos Santos, vizinha de Dna. Maria Machado Metzler, mãe de Tiago (mora na Travessa nº 9 da Rua Alzira Silveira Pinheiro, nº 299) também tem a sua história para contar.
Naquele dia 6 de fevereiro, às 8h30, estava "aprontando" seu filho para ir à escola, olhando para fora, viu, no mato do Instituto Zootécnico de Indústria e Pecuária, do outro lado do vale do bairro Pinheiro, um objeto muito reluzente, no formato de uma bacia emborcada, subindo e descendo, numa altura de 2 a 3 metros do chão alguns minutos. Viu quando Tiago entrou no IZIP á procura do objeto.
Uns 30 ou 40 minutos depois, chegou um menino, correndo, esbaforido, para dizer à mãe do rapaz que ele estava morrendo lá no mato. Dna. Maria dos Santos e outra vizinha, Ana Maria Creonice, acompanharam a Sra. Maria Machado mato a dentro, seguindo o garoto, e lá adiante encontrara Tiago caído ao chão, de olhos abertos, mas "todo abobalhado", pálido, suando copiosamente e repetindo sem parar:
- Água, água, água...
Não se agüentando em pé, foi arrastado pelas três senhoras para a casa mais próxima, do Sr. Francisco Hanse. Como ele começou a balbuciar palavras referentes a ferimento na coxa, Dna. Maria do Santos rasgou suas calças na perna direita onde constatou um vergão esbranquiçado, como se fosse produzido por uma chibatada.
Avisada a Policia, esta mandou dois elementos que levaram o jovem para a Santa Casa.
Ali - disse D. Maria - o Dr.Henrique Reis, que deveria examinar o acidentado, vendo as roupas rasgadas de Tiago, teve uma impressão errônea e o mandou embora.
Às 17 horas daquele dia, o pessoal da Escola de Aperfeiçoamento de Aeronáutica, sediada na Base de Pirassununga, chegou à casa de Dna. Maria Metzler, fazendo perguntas e desenhos de acordo com as indicações da própria vitima. Saíram logo depois e voltaram, por volta das 18 horas, com o Dr. Henrique do Reis que, sozinho no quarto com Tiago, submeteu-o a exame. Note que esses não eram simples militares, e sim membros do SIOANI, um órgão que na época a FAB possuia para investigação de OVNIs.
Dna. Maria Santos acrescentou que, tanto ela como outras duas vizinhas que acudiram o rapaz passaram 3 dias consecutivos sem se alimentarem, bebendo água apenas, nervosas e com insônia.


Nota: Resumo da pesquisa realizada pela SBEDV, Nigel Rimes, W. Wirz, ja publicada nos Boletim SBEDV.

 

11 de jul. de 2010

CASUÍSTICA - ABDUÇÃO DE TRAVIS WALTON - 1975

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Considerado um clássico da ufologia mundial, o Caso Travis Walton reproduz as principais características comuns das abduções alienígenas.

Por volta das 18:00 horas da tarde, do dia 05 de novembro de 1975, uma caminhonete de cabine dupla do Serviço Florestal voltava da Floresta Nacional Sitgraves, Arizona, (Estados Unidos), levando sete lenhadores: Michael Rogers, Ken Peterson, Travis Walton, Allen Dallis, John Goulete, Duane Smith e Stephen Pierce. Todos eles tinham menos de trinta anos e voltavam para casa depois de um longo dia de trabalho.

Travis Walton, na época com apenas 22 anos, reparou uma luminosidade amarelada por trás de uns pinheiros, do lado direito do caminhonete, e comentou com os companheiros. A caminhonete seguia sua rota normal, mas, ao chegar em uma clareira, viram um enorme disco de uns cinco metros de diâmetro que estava flutuando a cerca de seis metros de altura.

Chocado, Travis pediu que parassem a caminhonete e, imediatamente, saiu do veículo. Acreditando que ao se aproximar o objeto se afastaria, Travis Walton começou a caminhar em direção do OVNI. O disco começou a emitir um ruído alto e movimentar-se lentamente. O motorista da caminhonete, Mike Rogers, tomado pelo pânico, gritou para que Travis voltasse, mas ele estava absorvido na contemplação daquele objeto que, agora, já estava bem acima de sua cabeça. Subitamente, o OVNI emitiu um feixe de luz verde-azulado que atingiu em cheio o peito de Travis, jogando-o para trás. Ao cair, Travis Walton estava desmaiado.

Todas os outros trabalhadores que estavam na caminhonete ficaram em pânico e Mike, o motorista, imediatamente deu partida no veículo e se afastou, deixando para trás Travis caído próximo ao UFO. A alguma distância do local, quando todos comprovaram que o objeto não lhes perseguia, pararam a caminhonete e discutiram nervosamente se deveriam ou não voltar para socorrer Travis. Finalmente chegaram a algum entendimento e voltaram para o local, porém nem Travis e nem o UFO estavam mais lá.

Os seis trabalhadores decidiram ir então à delegacia de Navajo Country, que era o posto policial mais próximo. Foram atendidos pelo tenente Chuck Allison que, após ouvir toda a história, decidiu ir até o local dos fatos, às 21:30 horas daquele mesmo dia, levando junto mais três testemunhas para investigar. Não encontraram absolutamente nada. No dia seguinte, os seis trabalhadores passaram a ser suspeitos de assassinato. Ninguém acreditava na história contada por eles e a polícia passou a considerar a hipótese de que eles tinham matado Travis Walton e escondido o corpo. Depois inventaram a história do "disco voador" para justificar o sumiço de Travis.

Durante os três dias seguintes, foi realizada uma super operação "pente-fino" na floresta em busca do corpo de Travis Walton. Essa operação foi composta por um pouco mais de uma centena de homens, vários cães e um helicóptero – no entanto não obtiveram qualquer êxito. Durante toda essa operação de procura pelo corpo de Travis Walton, os investigadores responsáveis pelo caso ficaram surpreendidos ao ver que os seis lenhadores não hesitaram em passar pelo detector de mentiras.

Durante o teste do detector de mentiras, foram tomadas todas as medidas para não dar vazão a qualquer possibilidade de dúvida. Entre as medidas estava a presença de C. Gibson, especialista em poligrafia. E para surpreender mais ainda as autoridades responsáveis pelo caso, todos eles passaram pelo detector sem que fosse detectada uma única mentira sequer. A partir daí, somando com o fato de não se ter encontrado o corpo ou qualquer vestígio do mesmo, a história dos lenhadores passou a ser levada a sério por toda a comunidade.

Seis dias depois do desaparecimento de Travis , no dia 11 de novembro, seu irmão recebe uma ligação telefônica na qual reconhece, imediatamente, que era o próprio Travis do outro lado da linha. Travis pede para que venham buscá-lo e é encontrado no chão de uma cabine telefônica, no posto de gasolina de Heber – cerca de 80 quilômetros de distância de Snowflake. Travis apresentava visíveis sinais de esgotamento e desidratação, tinha náuseas e estava completamente desorientado. Mas o mais surpreendente de tudo é que Travis Walton não acreditava que tinha sumido por vários dias. Para ele tinham se passados algumas poucas horas apenas desde que foi atingido pelo UFO.

Imediatamente, a família de Travis Walton o levou para um hospital. O doutor Howard Kandell certificou que Travis estava bem, mas tinha perdido um pouco de peso devido à desidratação. A única coisa estranha encontrada em Travis era uma marca no seu braço esquerdo, claramente produzida por uma agulha ou um outro instrumento pungente. As análises de sangue comprovaram que Travis Walton não era usuário de drogas – coisa que a própria família dele garantiu para o médico.

O passo seguinte das investigações foi submeter Travis Walton a uma sessão hipnótica para averiguar o que tinha acontecido realmente. Neste processo, os doutores Harder e Rosenbaum (presidente da Associação Psicanalítica do Sudeste) ficaram no controle da sessão hipnótica, além da presença de mais três médicos que assistiram tudo na qualidade de supervisores. Em transe hipnótico, Travis Walton relembrou de vários momentos de sua abdução.

Quando foi atingido pelo feixe de luz do disco, tudo escureceu. Mas quando abriu os olhos, estava numa espécie de mesa num quarto fortemente iluminado. Inicialmente ele pensou que estava em um hospital mas, quando olhou para os lados, viu seres horripilantes, de um metro e meio de altura e com grandes olhos negros. Suas faces não tinham cor e suas testas eram inchadas. Seus longos dedos não tinham unhas. Travis Walton os comparou com "fetos muito desenvolvidos".

Aquelas criaturas tinham colocado um aparelho sobre seu tórax que lhe causava uma dor persistente e o impedia de respirar normalmente. Travis entrou em pânico imediatamente e, se debatendo, conseguiu tirar o aparelho de seu peito. Também tentou afastar os alienígenas com empurrões, no entanto, as criaturas continuavam tentando dominá-lo. Somente quando Travis pegou um tubo transparente na mão, que estava numa mesa ao lado, e ameaçou agredir as criaturas, os seres se afastaram e saíram da sala marchando por uma porta. Travis não teve dúvidas: optou por ir embora dali por uma outra porta que existia na sala.

Travis Walton chegou então num corredor e começou a caminhar. Viu outra porta e entrou. Era uma sala onde havia um sofá com vários botões nos braços. Na frente do sofá havia uma tela enorme, quase do tamanho da parede, e que tinha uma imagem típica do espaço: fundo negro com muitas estrelas. Ao apertar os botões no braço do sofá, as estrelas da imagem na tela se mexiam. Nesse exato momento entrou um ser humanóide idêntico a nós que, através de sinais, indicou que Travis devia acompanhá-lo. Travis se levantou do sofá e tentou falar com a criatura, que usava um capacete transparente, mas não obteve qualquer resposta – o ser apenas sorria de forma tolerante.

Sem opção e desconcertado, Travis Walton acompanhou aquele ser. Eles saíram do UFO, por uma rampa, e Travis viu que estavam em um hangar onde havia várias naves iguais a que eles estavam.A próxima lembrança de Travis Walton é ele acordando caído na estrada perto de Heber. Ele olhou para cima e viu uma nave se afastando – inusitadamente não parecia ser a mesma nave que lhe teria abduzido.

Tal qual foi feito com os outros lenhadores, Travis passou pelo detector de mentiras sem que fosse detectada qualquer fraude em seu relato. Infelizmente, hoje Travis Walton se recusa a fazer outras sessões de hipnose regressiva para tentar resgatar o que poderia estar perdido em sua memória. Ele alega ter medo de saber mais detalhes da experiência traumática que passou. O Caso Travis Walton foi amplamente divulgado e causou grande comoção na comunidade ufológica.


Fonte1) http://www.infa.com.br/travis_walton.html
2) http://www.travis-walton.com/