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6 de ago. de 2011

OVNI avistado nos Pirinéus



Um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) terá atravessado o céu a sul dos Pirinéus, em França, na madrugada de ontem. O fenómeno está a ser investigado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES). 

Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt)AFP
22:25 Quarta feira, 3 de agosto de 2011
Desenho do OVNI que terá sido visto nos Pirinéus
Desenho do OVNI que terá sido visto nos Pirinéus
Um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) terá atravessado o céu a sul dos Pirinéus na madrugada de ontem. O fenómeno, acompanhado de grande ruído, foi testemunhado por várias pessoas, segundo depoimentos publicados hoje na imprensa regional e na Internet, ou dirigidos ao CNES-Centro Nacional de Estudos Espaciais.
O CNES está a estudar o caso mas ainda não encontrou explicações para o fenómeno. O organismo especializado no estudo de OVNIS disse à AFP que está a reunir o testemunho de pessoas procedentes de uma zona geográfica muito ampla que vai para além do sul dos Pirinéus.

Objeto verde brilhante


De acordo com o jornal regional "La Dépêche du Midi", que cita o depoimento de um segurança do aeroporto de Blagnac, perto de Toulose, o OVNI terá caído algures. Essa testemunha terá visto "durante cerca de três segundos, num céu ainda muito escuro, um grande objeto verde com uma luz forte na traseira. Trinta segundos depois, seguiu-se um forte barulho e o mesmo desapareceu, como se tivesse despenhado".
Um testemunho semelhante, de um condutor que estava na ocasião perto de Elne (Pirinéus Orientais), é relatado pelo jornal "L'Indépendant" de Perpignan.
O "La Dépêche du Midi" diz ter recolhido vários outros depoimentos em Toulose e em Albi.

30 de jul. de 2011

PESQUISA UFOLÓGICA E SERIEDADE- TESTEMUNHAS O GRANDE PROBLEMA

JÁ FOI DITO QUE PESQUISAR UFOLOGIA NÃO É TAREFA FÁCIL, TODAS AS INFORMAÇÕES TEM QUE SER FILTRADAS, ANALISADAS PARA QUE UM VEREDITO FINAL POSSA SER DADO. ATUALMENTE COM A PROPAGAÇÃO  DA INTERNET E A FACILIDADE TECNOLOGICA QUE DISPOMOS E OS RECURSOS QUE ELA NOS  FORNECE, A PESQUISA SE TORNOU MAIS DIFICIL AINDA. É UM TERRENO PROPÍCIO A FRAUDES, ERROS DE INTERPRETAÇÃO . 

COMO EXEMPLO ,ENTRE MUITOS...... 



DONA DE CASA VÊ OVNI E FOTOGRAFA  -  ITABAIANA - SERGIPE

       TESTEMUNHA MOSTRANDO O CELULAR QUE USOU PARA REGISTRAR O OBJETO
                                  IMAGEM DO OBJETO FOTOGRAFADO PELA TESTEMUNHA





 






 
                                                           A BUSCA DA VERDADE

17 de jul. de 2011

Militar da reserva diz ter visto OVNI em rodovia no Pantanal

SILVIO ANDRADE/CORUMBA 17/07/2011 00h0
foto
Foto: Sílvio Andrade
Marinheiro aposentado, o corumbaense Waldir Padilha, 59 garante ter visto objeto
Marinheiro aposentado, o corumbaense Waldir Padilha, 59, conduzia um grupo de 15 pessoas em uma Van com destino a Campo Grande, na madrugada de 25 de março deste ano, quando percebeu um zumbido muito forte naquela noite iluminada apenas pelos faróis do ônibus. O barulho intrigante deixou-o ainda mais pasmado com a súbita perda de velocidade do veículo numa reta plana da BR-262.
Padilha pediu para um passageiro sentado no banco a seu lado olhar pela janela e tentar desvendar o que estava acontecendo. O rapaz, com semblante de espanto, perdeu a voz e apenas apontou para cima com o dedo indicador. O motorista parou o veículo no acostamento e ao sair dele teve um sobressalto: um objeto grande e luminoso, em forma oval, cruzava lentamente a rodovia no sentido sul-norte.
O relato de Padilha e dos demais passageiros do ônibus, que acordaram com o zumbido, não deixa dúvidas de que se tratava de um Objetivo Voador Não-Identificado (OVNI, ou UFO, em inglês), segundo ufólogos, pesquisadores de outras espécies cósmicas no Universo. O fenômeno ocorreu às 2h45, no quilômetro 584 da BR-262, próximo a entrada da fazenda e pousada São Francisco, em Miranda.
“Eu era um incrédulo em relação a essa história de disco voador, jamais acreditaria se não tivesse visto”, disse Padilha. “Mas agora sou obrigado a acreditar. Existe mesmo, e não foi apenas eu quem viu”, afirma. Ao comentar com os amigos, de forma desinteressada, o fato espalhou-se e um ufólogo africano, que mora em Corumbá, iniciou pesquisa associada a outras ocorrências na região.
Descendente de portugueses nascido em Luanda (África do Sul), o ufólogo Luis Vieira Matos, 60, colheu o depoimento de Padilha e ouvirá outras testemunhas do ocorrido. Mas está convicto, no início de sua pesquisa, de que realmente se trata de um UFO, descrito em sua forma clássica. “São informações precisas, substanciais, as quais não deixam dúvidas de que esta região é um manancial”, diz ele.

Luzes no silo

Padilha contou ao Correio do Estado que viaja com frequência entre Corumbá e Campo Grande e o local onde avistou o UFO, distante 30 quilômetros de Miranda, sempre chamou a atenção por ser desabitado e silencioso. Naquele 25 de março, o zumbido e seu som diferente e alto, semelhante ao de uma furadeira elétrica, vindo do nada, era um mistério. “Olhei pelo retrovisor, tava tudo escuro”, lembra.
O motorista dirigiu a Van por mais um quilômetro e parou. “Podia ser alguma coisa no motor do ônibus, sei lá”, conta. Ao olhar para o alto, viu aquele objeto voador, com cerca de 10 a 12 metros de cumprimento, por três metros de altura, em movimento lento a uma altitude de 80 metros. “Havia umas dez janelas laterais com luz fraca”, descreve. O fenômeno foi presenciado pelos 15 passageiros.
O objeto voador não-identificado foi em direção a uma área onde fica um dos silos da fazenda, que tem plantação de arroz irrigado. “Aquela coisa parou alguns segundos em cima do silo e acendeu três holofotes em sua extremidade, iluminando tudo em volta, parecia um dia”, relata Padilha, ainda assustado com o que viu. “Depois, inclinou-se, veio um zumbido mais forte e deslocou-se velozmente.”
Bola de fogo
Cruzando a mesma região com a família uma semana depois, o administrador de empresa em Corumbá Mílton Bezerra da Silva, 42, também presenciou algo estranho que deixou a todos no carro atônicos. Em meio àquela escuridão e o céu estrelado do Pantanal, surgiu do alto, no horizonte, uma luz forte em queda. Mílton parou o carro esperando o impacto daquela bola de fogo no chão.
“Meu sobrinho, assustado, escondeu-se no banco traseiro, com as mãos nos ouvidos”, conta ele. Houve o choque com a superfície, contudo sem explosão, apenas silêncio naquele campo aberto. “Cara, foi muito louco aquilo, ate arrepia a gente”, lembra o sobrinho de Mílton, Felipe Bezerra, 16. O fato ocorreu por volta de 21h, antes do silo onde Padilha e os turistas viram o que pode ser um UFO.

fonte CORREIO DO ESTADO 

23 de jun. de 2011

24 DE JUNHO DE 1947 - HÁ 64 ANOS NASCIA OFICIALMENTE A UFOLOGIA












A Ufologia moderna tem uma data inauguração: 24 de junho de 1947, uma terça-feira, um dia como outro qualquer para o americano Kenneth Arnold. Arnold era piloto de pequenos aviões e fazia serviços de encomenda. Naquele dia viajava entre as cidades de Chebalis e Yakima, no estado de Washington, nos Estados Unidos. Com 43 anos de idade, casado e pai de dois filhos, Arnold era um homem conhecido e respeitado em sua cidade, Boise, no vizinho estado de Idaho. Arnold possuía um monomotor e era um especialista em vôos sobre montanhas-- uma necessidade para qualquer piloto que voasse naquela região, já que ali fica a cadeia de montanhas cujo pico é o monte Rainier, com mais de 4.300 metros de altitude, perto da fronteira com o Canadá. E foi exatamente ali, ao sobrevoar o monte Rainier, que Arnold viu o que os ufólogos chamam de primeiro contato visual com naves extraterrestres em tempos modernos.
Segundo Arnold, ao passar sobre as montanhas, ele viu nove objetos "em forma de discos" se movendo a grande velocidade, bem mais rápido que a velocidade do som -- cerca de 1.200 quilômetros por hora --, algo impossível para qualquer avião terráqueo naquela época. O próprio Arnold contou o que viu ao chegar à base -- e, claro, só foi ouvido por ser um piloto experimentado e um homem respeitado: "Enquanto voava em direção à Yakima, evolucionei sobre a encosta leste do monte Rainier esperando descobrir os restos de um avião de transporte do Exército, que se extraviara nessa zona. A atmosfera estava clara como cristal e, quando retomei meu rumo, um relâmpago brilhante refletiu-se no interior de minha cabine". Nesse momento, até onde se sabe, se deu o primeiro avisamento confirmado dos tempos modernos entre um ser humano e uma nave extraterrestre. O próprio Arnold relembra:



"Intrigado, olhei para trás e vi nove coisas, parecidas com aeronaves, que avançavam em diagonal, como se fossem uma corrente. Por um momento pensei que poderiam ser um novo tipo de avião a jato, mas em seguida descobri que não tinham cauda. Essas coisas desconhecidas voavam tranqüila e rapidamente entre os picos da montanha, com uma velocidade fantástica. Deduzi que a corrente deveria ter uma extensão de oito quilômetros e que, para cobrir a distância entre o pico do extremo sul do Rainier e o cume oeste do monte Adams, não tinham gasto mais de um minuto e quarenta e dois segundos. Voavam como gansos, mas como gansos mais velozes, nunca vistos, porque calculei que atingiam uma velocidade de 2.700 quilômetros por hora".
A partir do relato de Arnold -- publicado pelos jornais americanos e pesquisado pela Aeronáutica daquele país -- surge a palavra UFO, que em inglês é a abreviatura de objeto voador não-identificado. Muito se discutiu sobre o que Arnold realmente viu: a II Guerra havia acabado há pouco e os americanos tinham horror da União Soviética -- e, para muitos, aquelas coisas poderiam ser uma arma secreta americana. Outros, ao contrário, afirmavam que tudo fora apenas "ilusão de ótica" e que Arnold vira o que não viu. E, por fim, uns poucos chegaram a acreditar que aqueles UFOs seriam o início de uma futura invasão russa. Todas essas análises, no entanto, esbarravam em uma realidade: Arnold era um piloto muito experiente e não teria interesse em se tornar conhecido através de um fato desse gênero. Arnold, dessa forma, conhecia muito bem aquela região e era um piloto capaz de não confundir fenômenos atmosféricos -- nuvens, formação de tempestades, reflexos -- com objetos reais, ainda que desconhecidos. E, por último, as Forças Armadas americanas negaram sempre -- naquela época ou hoje em dia -- que estivessem pesquisando algum avião em forma de disco. Com tudo isso, e apesar de todas as tentativas do mundo oficial dizer que Arnold mentira, não foi possível comprovar que o piloto na verdade não tinha visto nada de estranho.

fonte analgesi.co.cc