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9 de out. de 2011

ENTENDA MAIS....O QUE É UFOLOGIA..


A sigla UFO, tomada do inglês significando literalmente "objeto voador não identificado" (OVNI) tornou-se conhecida, erroneamente, como sinônimo de nave comandada por seres de origem não terrestre. Ora, se é "não identificado", como podemos afirmar que seja uma nave, e, ainda mais, de origem extraterrestre?
No início da chamada "era moderna da ufologia" diversos nomes foram dados a esses objetos, tais como "pires voadores", "pratos voadores" e, o mais comum aqui no Brasil, "discos voadores". Todos esses nomes devido à aparência dos objetos diurnos não identificados e muitas das luzes noturnas também não identificadas.
A chamada "ufologia moderna" tem sua data marcada por uma aparição em especial. No dia 24 de Junho de 1947, Keneth Arnold, ao fazer um vôo de auxílio na busca de outro avião acidentado, relatou ter visto várias naves não identificadas voando em formação em altíssima velocidade próximo ao Monte Rainier, no estado de Washington, EUA.
Embora hoje muitos pesquisadores ponham em dúvida a veracidade de tal avistamento, tal data é tida hoje como o aniversário da moderna ufologia, visto que, devido ao estardalhaço feito à época na imprensa, foi uma das primeiras vezes, senão a primeira, em que os UFOs (ou OVNIs) foram vistos como possíveis naves alienígenas pela população em geral.
 
TERIA TUDO COMEÇADO EM 1947?
A resposta para a pergunta é certamente negativa.
Embora tenha-se o ano de 1947 como o início da "moderna era da ufologia", objetos voadores não identificados e fenômenos afins têm sido observados há muito tempo.
Voltando alguns séculos no tempo, encontraremos não só relatos, como também registros de imagens de OVNIs em várias partes do planeta.
Vários quadros pintados desde a idade média têm, normalmente em segundo plano, a imagem de OVNIs sobrevoando a paisagem em questão.
Apesar de alguns deles terem sido pintados com uma aparência que pode dar margem de dúvida quanto à intenção do pintor, há inúmeros casos em que o tal OVNI é idêntico aos objetos diurnos vistos na atualidade. Tal fato põe de lado qualquer questionamento quanto ao fato se os OVNIs são apenas um fenômeno recente ou não.
Indo além dos avistamento, há também relatos de interação dos OVNIs com o ambiente. Tal fato é verificado, por exemplo, em registros de abduções (seqüestros) e mutilações de animais no século 19 feitos por OVNIs e/ou seus ocupantes.
É importante ressaltar aqui, novamente, a semelhança com acontecimentos recentes. Levando-se em conta que àquela época os meios de comunicação não tinham a força que têm hoje para, eventualmente, induzir a testemunha a erros de interpretação, é necessário tomar tais relatos como altamente confiáveis.
Já no século 20, novamente os OVNIs se fazem presentes em grande número durante a Primeira Grande Guerra. É sempre bom lembrar que a casuística mostra que há sempre um grande aumento de atividade ufológica em zonas e tempos de guerra.
Mas foi durante a Segunda Grande Guerra (1939-1945) que os OVNIs começaram a se mostrar mais próximos de nós terráqueos.
Próximos até demais, segundo militares em ação na época, especialmente os das forças aéreas, tanto das forças aliadas como das do Eixo.
Trata-se aqui daquilo que ficou conhecido como "foo-fighters". Tais objetos (hoje normalmente chamados de sondas) teriam, segundo relatos, seguido e/ou acompanhado aviões por inúmeras vezes. Chegou-se a relatar, inclusive, que tais sondas (de formato esférico e do diâmetro aproximado de uma bola de futebol) teriam atravessado a fuselagem de aviões em pleno vôo, flutuado dentro dos mesmos (como se estivessem observando o ambiente) e saído da mesma forma que entraram, ou seja, como que atravessando manteiga derretida, sem deixar marca alguma na fuselagem da nave.
Esses e outros fenômenos ufológicos fizeram com que ambas partes pensassem que fosse algum tipo de arma secreta do oponente. O tempo mostrou que tal idéia não procedia.
 
CORRENTES UFOLÓGICAS
Uma vez que o principal objeto de análise da ufologia, ou seja, os UFOs e seus supostos ocupantes, não estão à disposição para estudos dos pesquisadores e, aliado a isso, a própria natureza humana, diversas formas de encarar o fenômeno naturalmente surgiram nos últimos cinqüenta anos. Grosso modo, poderíamos dividir a ufologia nas seguintes categorias:


Ufologia científica:
A chamada ufologia científica se atém apenas àquilo que pode ser analisado e mensurado pelas metodologias já aceitas pela ciência acadêmica. A análise de fotos e filmes de UFOs, a casuística relatada por testemunhas de aparições e possíveis marcas deixadas pelas naves no solo ou em pessoas que tiveram contato próximo com UFOs são as principais fontes de pesquisa. Embora haja em certo número de pesquisadores nessa categoria que se mostram céticos ao extremo, cresce a quantidade dos que vêem novas possibilidades ainda não aceitas pela comunidade científica ortodoxa como plausíveis para explicar o fenômeno UFO. Inclui-se aí a paranormalidade, universos paralelos, etc.


Ufologia mística/esotérica:
Com várias vertentes, essa classe se põe totalmente aberta a conceitos que, nem sempre em acordo com ciência ortodoxa, abrem espaço para uma visão mais espiritualizada do fenômeno UFO. Traz em seu bojo a pregação da necessidade uma evolução conceitual do ser humano em relação ao universo que o cerca, fazendo-o mudar sua visão do que seja a realidade e como ela funciona. Mesclando ensinamentos de antigas tradições, procura mostrar que apenas com uma revisão dos atuais dogmas científicos, religiosos e filosóficos poderemos entender o fenômeno UFO em toda sua complexidade e, no futuro, nos integrar com seres de outros planetas e/ou dimensões em escala global.
Da mesma forma que os extremistas científicos, os extremistas dessa corrente muitas vezes se deixam levar pelo fanatismo, transformando o que deveria ser uma nova forma de percepção do mundo em uma forma de "religião", tomando para si a exclusividade da verdade.


Ufologia holística:
Ainda que seja vista por muitos apenas como mais uma corrente, a ufologia holística procurou desde seu começo unir as duas correntes acima mencionadas. Somando a pesquisa científica aos preceitos da ufologia esotérica/mística, prega que somente uma visão ampla e sem preconceitos poderá ajudar a entender não somente o fenômeno UFO como outros que se mostram ainda inexplicáveis.
Para encerrar esse tópico, seria interessante relatar a existência de pesquisadores que, por falta de nome melhor, podemos chamar de anti-ufológicos. Sendo, via de regra, cientistas ortodoxos, muitos deles dedicam-se tempo integral ao trabalho de rechaçar toda e qualquer possível evidência da realidade extraterrestre visitando nosso planeta. Utilizam todas as ferramentas disponíveis para explicar as aparições como sendo fenômenos naturais, erros de interpretação ou fraude. Devendo ser respeitado da mesma forma que os ufólogos, de qualquer corrente, o posicionamento radical dos anti-ufólogos fez com merecessem uma menção nesse resumo.
 

 
Vanderlei D'agostino

6 de ago. de 2011

OVNI avistado nos Pirinéus



Um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) terá atravessado o céu a sul dos Pirinéus, em França, na madrugada de ontem. O fenómeno está a ser investigado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES). 

Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt)AFP
22:25 Quarta feira, 3 de agosto de 2011
Desenho do OVNI que terá sido visto nos Pirinéus
Desenho do OVNI que terá sido visto nos Pirinéus
Um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) terá atravessado o céu a sul dos Pirinéus na madrugada de ontem. O fenómeno, acompanhado de grande ruído, foi testemunhado por várias pessoas, segundo depoimentos publicados hoje na imprensa regional e na Internet, ou dirigidos ao CNES-Centro Nacional de Estudos Espaciais.
O CNES está a estudar o caso mas ainda não encontrou explicações para o fenómeno. O organismo especializado no estudo de OVNIS disse à AFP que está a reunir o testemunho de pessoas procedentes de uma zona geográfica muito ampla que vai para além do sul dos Pirinéus.

Objeto verde brilhante


De acordo com o jornal regional "La Dépêche du Midi", que cita o depoimento de um segurança do aeroporto de Blagnac, perto de Toulose, o OVNI terá caído algures. Essa testemunha terá visto "durante cerca de três segundos, num céu ainda muito escuro, um grande objeto verde com uma luz forte na traseira. Trinta segundos depois, seguiu-se um forte barulho e o mesmo desapareceu, como se tivesse despenhado".
Um testemunho semelhante, de um condutor que estava na ocasião perto de Elne (Pirinéus Orientais), é relatado pelo jornal "L'Indépendant" de Perpignan.
O "La Dépêche du Midi" diz ter recolhido vários outros depoimentos em Toulose e em Albi.

30 de jul. de 2011

PESQUISA UFOLÓGICA E SERIEDADE- TESTEMUNHAS O GRANDE PROBLEMA

JÁ FOI DITO QUE PESQUISAR UFOLOGIA NÃO É TAREFA FÁCIL, TODAS AS INFORMAÇÕES TEM QUE SER FILTRADAS, ANALISADAS PARA QUE UM VEREDITO FINAL POSSA SER DADO. ATUALMENTE COM A PROPAGAÇÃO  DA INTERNET E A FACILIDADE TECNOLOGICA QUE DISPOMOS E OS RECURSOS QUE ELA NOS  FORNECE, A PESQUISA SE TORNOU MAIS DIFICIL AINDA. É UM TERRENO PROPÍCIO A FRAUDES, ERROS DE INTERPRETAÇÃO . 

COMO EXEMPLO ,ENTRE MUITOS...... 



DONA DE CASA VÊ OVNI E FOTOGRAFA  -  ITABAIANA - SERGIPE

       TESTEMUNHA MOSTRANDO O CELULAR QUE USOU PARA REGISTRAR O OBJETO
                                  IMAGEM DO OBJETO FOTOGRAFADO PELA TESTEMUNHA





 






 
                                                           A BUSCA DA VERDADE

17 de jul. de 2011

Militar da reserva diz ter visto OVNI em rodovia no Pantanal

SILVIO ANDRADE/CORUMBA 17/07/2011 00h0
foto
Foto: Sílvio Andrade
Marinheiro aposentado, o corumbaense Waldir Padilha, 59 garante ter visto objeto
Marinheiro aposentado, o corumbaense Waldir Padilha, 59, conduzia um grupo de 15 pessoas em uma Van com destino a Campo Grande, na madrugada de 25 de março deste ano, quando percebeu um zumbido muito forte naquela noite iluminada apenas pelos faróis do ônibus. O barulho intrigante deixou-o ainda mais pasmado com a súbita perda de velocidade do veículo numa reta plana da BR-262.
Padilha pediu para um passageiro sentado no banco a seu lado olhar pela janela e tentar desvendar o que estava acontecendo. O rapaz, com semblante de espanto, perdeu a voz e apenas apontou para cima com o dedo indicador. O motorista parou o veículo no acostamento e ao sair dele teve um sobressalto: um objeto grande e luminoso, em forma oval, cruzava lentamente a rodovia no sentido sul-norte.
O relato de Padilha e dos demais passageiros do ônibus, que acordaram com o zumbido, não deixa dúvidas de que se tratava de um Objetivo Voador Não-Identificado (OVNI, ou UFO, em inglês), segundo ufólogos, pesquisadores de outras espécies cósmicas no Universo. O fenômeno ocorreu às 2h45, no quilômetro 584 da BR-262, próximo a entrada da fazenda e pousada São Francisco, em Miranda.
“Eu era um incrédulo em relação a essa história de disco voador, jamais acreditaria se não tivesse visto”, disse Padilha. “Mas agora sou obrigado a acreditar. Existe mesmo, e não foi apenas eu quem viu”, afirma. Ao comentar com os amigos, de forma desinteressada, o fato espalhou-se e um ufólogo africano, que mora em Corumbá, iniciou pesquisa associada a outras ocorrências na região.
Descendente de portugueses nascido em Luanda (África do Sul), o ufólogo Luis Vieira Matos, 60, colheu o depoimento de Padilha e ouvirá outras testemunhas do ocorrido. Mas está convicto, no início de sua pesquisa, de que realmente se trata de um UFO, descrito em sua forma clássica. “São informações precisas, substanciais, as quais não deixam dúvidas de que esta região é um manancial”, diz ele.

Luzes no silo

Padilha contou ao Correio do Estado que viaja com frequência entre Corumbá e Campo Grande e o local onde avistou o UFO, distante 30 quilômetros de Miranda, sempre chamou a atenção por ser desabitado e silencioso. Naquele 25 de março, o zumbido e seu som diferente e alto, semelhante ao de uma furadeira elétrica, vindo do nada, era um mistério. “Olhei pelo retrovisor, tava tudo escuro”, lembra.
O motorista dirigiu a Van por mais um quilômetro e parou. “Podia ser alguma coisa no motor do ônibus, sei lá”, conta. Ao olhar para o alto, viu aquele objeto voador, com cerca de 10 a 12 metros de cumprimento, por três metros de altura, em movimento lento a uma altitude de 80 metros. “Havia umas dez janelas laterais com luz fraca”, descreve. O fenômeno foi presenciado pelos 15 passageiros.
O objeto voador não-identificado foi em direção a uma área onde fica um dos silos da fazenda, que tem plantação de arroz irrigado. “Aquela coisa parou alguns segundos em cima do silo e acendeu três holofotes em sua extremidade, iluminando tudo em volta, parecia um dia”, relata Padilha, ainda assustado com o que viu. “Depois, inclinou-se, veio um zumbido mais forte e deslocou-se velozmente.”
Bola de fogo
Cruzando a mesma região com a família uma semana depois, o administrador de empresa em Corumbá Mílton Bezerra da Silva, 42, também presenciou algo estranho que deixou a todos no carro atônicos. Em meio àquela escuridão e o céu estrelado do Pantanal, surgiu do alto, no horizonte, uma luz forte em queda. Mílton parou o carro esperando o impacto daquela bola de fogo no chão.
“Meu sobrinho, assustado, escondeu-se no banco traseiro, com as mãos nos ouvidos”, conta ele. Houve o choque com a superfície, contudo sem explosão, apenas silêncio naquele campo aberto. “Cara, foi muito louco aquilo, ate arrepia a gente”, lembra o sobrinho de Mílton, Felipe Bezerra, 16. O fato ocorreu por volta de 21h, antes do silo onde Padilha e os turistas viram o que pode ser um UFO.

fonte CORREIO DO ESTADO