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26 de mai. de 2014

NAVE EM FORMA DE CHARUTO SOBREVOA UCRANIA

Um vídeo colocado no Youtube tem tido enorme popularidade. Nele se divisa de uma forma bastante clara um objeto em forma de charuto voando no céu.

ucRânia, rússia, ovni


Este OVNI (objeto voador não identificado) não se parece, evidentemente, com nenhuma aeronave criada pelo homem. A legenda que acompanha o vídeo diz que o OVNI foi visto sobre a cidade de Korosten, região de Zhitomir, no dia 6 de março de 2014.
A notícia do OVNI visto sobre a cidade de Korosten passou rapidamente para as páginas de alguns órgãos da mídia eletrônica gerando boato de que certos "extraterrestres" teriam visitado a martirizada Ucrânia  neste período difícil.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_03_18/ovni-monitoram-ucrania-3297/



20 de mai. de 2014

Mineiro abduzido com família






CURITIBA. O II Fórum Mundial de Contatados, que terminou no domingo, em Curitiba, revelou histórias de pessoas que dizem ter estado frente a frente com os extraterrestres, que viveram momentos de terror sem saber o que os alienígenas poderiam fazer com elas.

B-G0

O eletricista mineiro João Caiana, 64, confesso “enamorado do horizonte”, ganhou a atenção e a simpatia de um auditório lotado ao relatar sua experiência ocorrida em 13 de dezembro de 2000, em Iturama (752 km de BH), no Pontal do Triângulo.

“Saí de casa com minha mulher e minha filha e fomos a um sítio buscar jabuticaba para fazer licor. Eram 9h50 quando voltamos. Minha filha, na época com 19 anos, abriu a porteira e quando tínhamos percorrido uns 500 metros, ela viu duas luzes fixas, uma à direita e outra à esquerda. Pensamos que era um avião, mas logo vimos que era uma nave”, relembra.

Naquela época, João tinha um fusca 1972. “Apesar de antigo, o motor do carro ainda dava para correr bastante. Coloquei o farol baixo e pisquei duas vezes. Agora fiquei sabendo que os extraterrestres entendem isso como um sinal. Eu não sabia (risos da plateia). Minha filha inocentemente ainda brincou dizendo ‘vem bebê’. Fiquei cabreiro porque sabia que aquilo não era coisa pouca”, diz.

A luz ficou gigantesca, continua ele. “Parei o carro, e quando ia sair minha mulher deu um grito. Assustei, fechei a porta e o vidro, engatei a marcha e tomei um choque, senti um cheiro e comecei a murchar. Minha filha desmaiou. Quando firmei o volante para passar por um mata-burro, a estrada e as árvores estava lá embaixo e havia um jato de luz em torno do carro”.

O eletricista diz ter ficado em pânico. “Queria estar no chão e não nas árvores, não tinha motor e nem farol. Eu era puxado para cima, meu fôlego foi sumindo, uma escotilha redonda se abriu e minha mente foi afetada por luzes de várias cores. Apaguei, não sei quanto tempo se passou. Comecei a acordar, sentia muito frio, não entendia nada, me senti como um leão acuado por dez adestradores. De repente vi lá embaixo uma estrada fininha e senti o carro descendo. No momento em que ele encostou no chão, o motor foi acionado e o farol funcionou. Luzes vermelhas e amarelas piscavam”.

João diz que foi embora dali com um misto de medo e fascinação e foi direto para um hospital. “No meio do caminho, minha filha acordou do desmaio. Nós três estávamos com pressão de 14 por 9. Não consegui dormir naquela noite. Após essa experiência, todos que nos tocavam, tomavam choque. Sofremos preconceito e abuso das pessoas da minha cidade”, lembra.
O mineiro diz que durante essa abdução ele não viu nenhum extraterrestre, mas que eles passaram a acompanhar sua família. “Certa vez, minha neta disse que estava brincando com uns meninos pequenos e eu os vi. Eram seres pequenos, magrinhos e com capacidade de pensar. Depois disso fiz regressão para tentar me lembrar dos detalhes. Cheguei a ver um túnel vermelho, verde e azul. Eu estava girando em sentido anti-horário e entrei em uma dimensão. Mas fui até aí e não consegui ver mais nada”.

Apesar da experiência inusitada e traumática, João diz que tem apreço pelos alienígenas. “Gosto dessa gente que se chama extraterrestre, meu medo acabou, e sei que eles me acompanham. Depois disso minha espiritualidade se abriu. Eu, minha mulher e minha filha somos médiuns e minha neta é vidente. Durante o dia estou com o alicate nas mãos, e à noite dou passes em um centro espírita”, comenta João.

Segundo ele, os extraterrestres teriam dito que ele tinha uma missão. “Sou de natureza ruim, nunca matei ninguém, mas nunca fugi de homem. Depois desse episódio, parei de beber e fumar. Entendi que a única coisa que tenho direito de fazer é amar meu semelhante. Nosso tempo está muito mais curto do que imaginamos, e eles vão virar o disco, e ai de nós se eles não fizerem isso”, finaliza.

Casuística
História. A cada minuto e meio alguém vê um disco voador em algum lugar do mundo. Há registros de avistamentos em pelo menos 180 países, geralmente de naves com formato discoide.

18 de mai. de 2014

Um bosque estranho ao lado de Moscou pode ser local de aterrizagem de extraterrestres





Um bosque estranho ao lado de Moscou pode ser local de aterrizagem de extraterrestres

Um bosque estranho ao lado de Moscou pode ser local de aterrizagem de extraterrestres
Screenshot: YouTube

A 200 quilômetros ao sul de Moscou, perto de cidade de Ryazan, há um local onde, possivelmente, aterrizou um OVNI. 

No bosque, numa pequena área, crescem árvores recurvadas de modo incomum.
Pesquisadores de fenômenos anômalos estão convictos de que as árvores foram entortadas pelo campo de força da nave dos extraterrestres.
Habitantes locais chamam este local de “bosque bêbado”. Ele surgiu há relativamente pouco tempo – há 50-60 anos. Antes disso havia ali um bosque de carvalhos. Quando cortaram os carvalhos em seu lugar plantaram pinheiros.
Nenhum dos moradores locais lembra se a nova plantação de coníferas logo cresceu torta ou entortou com o tempo. Correm muitas lendas e crendices entre os habitantes mais velhos. Afirmam que nesse local combateram outrora duas feiticeiras de aldeias vizinhas. Os golpes de energia mágica atingiram os troncos das árvores e entornaram-nos – transmite as crendices locais o culturólogo e coletor de folclore Andrei Gavrilov:
“Habitantes locais contaram que viram aqui pessoas estranhas. Aparentemente uma pessoa. Mas se olhassem com mais atenção ela tinha cabeça de lobo ou de cão. Resumindo, um monstro. É perfeitamente possível que isto esteja relacionado justamente com a lenda sobre a luta de duas feiticeiras”.
Nisto não terminam os prodígios. No bosque “bêbado” não há grama nem aves. Mas a poucos metros do trecho estranho há grama e pássaros cantam. É interessante também que nesse local somente as coníferas têm a forma recurvada incomum. As foliáceas crescem direito.
Os cientistas supõem que a versão mais provável do surgimento do bosque “dançante” ou “bêbado” é anomalia geomagnética – diz o diretor do museu regional local, Alexander Gavrilov :
“Toda a questão são as brechas geotectônicas da crosta terrestre. Tais brechas provocam saídas da energia dos campos de torção, torrentes de turbilhão, que entortam as árvores. Simplesmente a natureza de tais campos e energia ainda é pouco estudada".
Trechos do bosque com árvores recurvadas de modo incomum podem ser encontradas também no oeste da Rússia, no litoral do mar Báltico, na região de Kaliningrado. E ali os cientistas também negam qualquer misticismo e falam que tudo se deve aos campos geomagnéticos.
E os habitantes locais afirmam que estes locais são medicinais. E que as árvores encurvadas de modo incomum possuem energia especial, que influi positivamente sobre a saúde. 

FONTE VOZ DA RÚSSIA


Americano que se diz abduzido participa de fórum em Curitiba



Joyce Carvalho
Direto de Curitiba




Travis Walton diz ter sido abduzido em 1975 no Arizona, nos EUA
Foto: Joyce Carvalho / Terra
"Se tudo acontecesse hoje, muitas coisas seriam diferentes. Provavelmente, todos teriam celulares e tirariam fotos, o que mudaria muita coisa", brincou o americano Travis Walton, que afirma ter sido abduzido em 1975 no estado do Arizona. A experiência que ele teve deu origem ao filme Fogo no Céu, um dos mais conhecidos que relatam contato com seres extraterrestres.

Walton participou neste sábado do II Fórum Mundial de Contatados, realizado em Curitiba e que tem sequência neste domingo. O evento reuniu pessoas com relatos de contatos com discos voadores e tripulantes, além dos casos de indivíduos abduzidos.

Em entrevista exclusiva ao Terra, Walton afirmou que as autoridades policiais e governamentais dos dias de hoje talvez teriam reações diferentes ao investigar experiências de contato, em comparação com casos registrados décadas atrás. "Esperaria que as autoridades tivessem progredido para lidar de maneira diferente. Muitas coisas seriam diferentes se houver registros hoje", salientou. Em sua palestra, Walton falou sobre as desconfianças das autoridades sobre a sua experiência, mesmo com provas que atestavam a sua condição, como a enorme radiação detectada no local onde foi abduzido, assim como resultados dos testes por máquinas da verdade que ele e seus colegas - que avistaram a nave - passaram.



Walton contou em sua palestra que estava voltando do trabalho com outros cinco homens, em meio a uma floresta do Arizona, quando avistaram luzes. Inicialmente, eles acharam que seriam caçadores no meio da escuridão. Mas, ao chegarem mais perto, viram um enorme objeto. "Todos começaram a ficar com muito medo, mas eu resolvi ir cada vez mais perto. Quando tentei voltar para a caminhonete onde todos estavam, houve uma espécie de descarga de energia entre meu corpo e a nave. Foi muito violento e eu voei para longe. Os meus colegas saíram correndo e eu entendo a reação deles. Quando voltaram, não conseguiram me encontrar", relatou.

De acordo com o americano, os amigos avisaram a polícia local e as buscas começaram para tentar achá-lo. "Quando recobrei a consciência, eu sentia muita dor. Havia uma luz forte sobre mim e meus olhos pareciam embaçados. Quando eu consegui focar, vi três seres sobre mim. Foi um choque muito grande. Era um medo muito grande e eu não conseguia respirar, ainda mais por estar em um espaço tão pequeno", lembra.

Foto: Joyce Carvalho / Terra

Walton conta que tentou agredir os seres extraterrestres, mas não conseguiu. Tentou fugir do disco voador, mas também não teve sucesso. Até que olhou para seres que tinham figuras humanas, mas que não respondiam aos seus questionamentos. "De repente, eles me colocaram uma máscara e eu apaguei. Quando acordei, a maior parte da minha dor tinha ido embora".

Ele estava de volta e, em instantes, o disco voador sumiu e ele correu para pedir ajuda e conseguiu avisar a família. Ele tinha desaparecido por cinco dias. No entanto, ele não sentiu o tempo passar enquanto esteve em contato com seres de outro mundo. "Concordaria em ter um novo contato com extraterrestres se fosse para o bem da humanidade e também para responder questões pessoais. Não sei qual foi a motivação disto tudo, mas prefiro a explicação de que foi um acidente tudo o que aconteceu, como eu me machuquei ao aproximar da nave e que eles tentaram me curar. Foi como se fosse um hospital. Se eu tivesse ficado na floresta, provavelmente eu teria morrido", comentou.

FONTE: EQUIPE TERRA.