A aposta foi feita depois de comentários na internet de que as marcas seriam feitas com o uso de tábuas e cordas
O surgimento de dois agroglifos em Ipuaçu no início deste mês continua repercutindo. Depois de visitar o local para verificar a autenticidade dos círculos, a Revista UFO decidiu pagar R$ 10 mil para quem conseguir reproduzir os agroglifos encontrados naquele município.
:: Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Reprodução Facebook/ND Oeste
Desafio vai pagar R$ 20 mil para quem reproduzir agroglifos encontrados em Ipuaçu
As reproduções precisam ser idênticas aos agroglifos encontrados no dia 2 deste mês
Para isso, algumas regras foram estabelecidas: as marcas podem ser feitas individualmente ou em grupo, não podem ser encontrados vestígios no local e o agroglifo precisa ter a mesma espiral do encontrado em Ipuaçu, ou seja 54,6 metros, totalizando 13 voltas, e todas com a mesma medida. Além disso, os círculos deve ser feitos em um prazo de 10 horas.
Depois do desafio da revista, o empresário Francisco Pires de Campos resolveu ampliar o valor e ofereceu mais R$ 10 mil para quem conseguir realizar os círculos. A aposta surgiu principalmente em função dos comentários na internet de que as marcas seriam feitas com o uso de tábuas e cordas.
Os candidatos a reproduzir os círculos devem escolher os locais e conversar com os proprietários das terras. O editor da Revista UFO, Ademar José Gevaerd, se propõe até a ajudar nesta conversa. O local escolhido deve ser no Oeste de Santa Catarina, preferencialmente em Ipuaçu. Como as características precisam ser idênticas ao agroglifos encontrados no dia 2 deste mês, a revista disponibilizou um artigo com todos os detalhes encontrados (confira aqui).
De acordo com Gevaerd, o julgamento das figuras acontecerá da seguinte forma: “vamos até o local escolhido no dia e hora marcada, acompanhados de peritos policiais capazes de ler o laudo acima e comparar com as figuras que os proponentes farão, além de moradores de Ipuaçu e membros da imprensa de Santa Catarina que estiveram no local e viram o agroglifo espiralado. Se a maioria (60%) deles achar que uma dada imagem feita por algum proponente for idêntica, leva 20 mil reais em dinheiro na hora”.
Depois dos levantamentos realizados no local, Gevaerd concluiu que um dos agroglifos foi produzido entre 6h e 7h. “Chegamos a essa conclusão porque uma testemunha idônea olhou para a plantação, que fica bem diante de sua casa, às 6h e nada viu de anormal. E outra, igualmente de alta credibilidade, morador antigo e respeitado da cidade, e que mora do lado da plantação, olhou para ela às 7h e logo viu o agroglifo espiral”, explica.
A partir disso, o ufólogo indaga como uma figura complexa e gigantesca tenha surgido em apenas uma hora, em plena luz do dia, sem que absolutamente nenhum barulho ou movimentação fossem notados. Gevaerd esteve em Ipuaçu acompanhado de um perito que é funcionário concursado há 25 anos do Instituto de Criminalística do Paraná, o qual também afirmou que as marcas não poderiam ter sido feitas por humanos. Agora, o desafio está lançado.
Com informações Rádio Catarinense
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Um dos agroglifos possui 13 anéis em pé e se equipara a um campo de futebol
Gabriela Gibikoski
Marcas misteriosas em formato circular foram encontrados na manhã deste sábado (2) em duas plantações de trigo na cidade de Ipuaçu, no Oeste de Santa Catarina. Os agroglifos, como são conhecidos no meio científico, foram registrados em duas propriedades, a cerca de um quilômetro do centro do município.
Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Os círculos foram encontrados na manhã deste sábado (2)
De acordo com o ufólogo Ivo Hugo Dohl, que já esteve no local nesta manhã, um dos círculos tem 13 anéis em pé, um dentro do outro. A estrutura do agroglifo é enorme e se equipara a um campo de futebol, segundo o ufólogo.
A cerca de um quilômetro de onde foi registrado o primeiro agroglifo, outras marcas foram encontradas. De acordo com Dohl, as formas são diferentes e formam círculos, triângulos e losangos, medindo aproximadamente 50 metros.
Este é o sexto ano que os agroglifos são registrados em Ipuaçu e, ainda segundo o ufólogo, é o caso mais complexo e mais parecido com as formas registradas na Inglaterra. Ivo destacou ainda que a cidade de Ipuaçu é a que mais registra o fenômeno, que apareceu na primeira vez em 2008.
Confira a reportagem completa do Jornal do Meio Dia
Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Agroglifos em Ipuaçu
O outro agroglifo possuiu formas mais estranhas
Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Um ufólogo já esteve no local para registrar o fenômeno
Divulgação/Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Este é o sexto ano que o município de Ipuaçu registra o fenômeno
Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Os agroglifos foram registrados pela primeira vez em 2008 no município
OS UFONAUTAS
Por Bruno Calzavara em 7.11.2013
Se você acredita no que Hollywood nos diz sobre as formas de vida alienígenas, você provavelmente deve supor estes seres seriam gigantes, viscosos e nem um pouco amigos da raça humana. E como cientistas não fazem um monte de filmes, e produtores de cinema não são lá muito incríveis em ciência, esse não é um retrato muito preciso da vida interestelar que poderia chegar à Terra.
Provavelmente ainda não acabaria bem para a gente, mas os rostos das criaturas que iriam mudar nosso mundo para sempre são muito diferentes do que imaginamos. Para esclarecer as coisas, grandes mentes como Stephen Hawking e seus contemporâneos deram suas opiniões sobre que traços uma raça alienígena deveria possuir para que pudessem atravessar a galáxia e fazer uma visita à terra natal dos humanos.
11. Agressividade
O que separa os seres humanos de outras espécies no planeta em termos de evolução se resume a um princípio simples: agressão. Para qualquer espécie prosperar dentro de um determinado habitat, ela precisa enfrentar adversidades e superá-las. Estas lutas conduzem à adaptação evolutiva. A forma de vida dominante no planeta (que aliens quase certamente teriam que ser) deve ter sido capaz de dominar seu ambiente.
Um artigo publicado pela Universidade do Missouri (EUA) sugere que isso significa que eles seriam agressivos – iriam povoar e conquistar seus arredores, em busca de progresso. Se eles são mais inteligentes do que nós, provavelmente irão nos ver como um recurso, da mesma forma que vemos animais e seus habitats.
10. Exploradores
Qualquer forma de vida que chegue à Terra será, por definição, exploradora. Olhando para a nossa própria cultura em busca de pistas, podemos ver imediatamente como territórios inexplorados viram alvos em função de seus recursos, por exemplo, Marco Polo e as Índias Orientais, e os Vikings e grande parte da Europa.
De acordo com Stephen Hawking, os aliens são propensos a procurar outros planetas a fim de colonizá-los ou miná-los por recursos. Aliens podem não vir a destruir o nosso planeta, mas é extremamente provável que tentem explorar o que eles encontram para aumentar o alcance de sua raça, como é a marca registrada de todas as espécies desenvolvidas.
9. Imunidades virais e bacterianas
É um comum na ficção científica que aliens, sem nunca terem encontrado bactérias da Terra antes, sucumbam às doenças simples contra as quais não têm imunidade. Basta olhar para os peregrinos e conquistadores, e a varíola e o tifo, que causaram estragos em populações nativas que ainda não haviam sido expostas a eles. Porém, todas essas pessoas eram humanas. De acordo com Seth Shostak, engenheiro sênior do projeto Busca por Inteligência Extraterrestre (SETI), as bactérias estão limitados às formas de vida a que são bioquimicamente relacionadas.
Nossos germes evoluíram para sobreviver em nosso DNA único. Até mesmo vírus e infecções bacterianas que infectam uma só espécie em nosso planeta raramente se espalham para outras. Não é uma coisa rotineira que cães peguem gripe, por exemplo. Qualquer forma de vida alienígena que invada a Terra provavelmente será imune a doenças terrenas, por isso não espere uma solução parecida com a do filme “Guerra dos Mundos”.
Se os alienígenas existem, eles são imperialistas gananciosos
8. Eles não comerão humanos
E se eles quiserem se alimentar de nós? Ainda que este seja um pensamento assustador, é também improvável. Uma raça avançada o suficiente para chegar às viagens espaciais certamente já superou a sua necessidade de consumir animais vivos. A viagem para a Terra a partir de qualquer planeta que tenha a capacidade de suportar a vida é extremamente longa, e qualquer espécie que tente fazê-la precisaria ter métodos sustentáveis de produção de alimentos já em vigor.
Além disso, não é muito provável que a configuração do aparelho digestivo de uma criatura que evoluiu num lugar diferente do universo seja compatível com os tipos de proteínas que se encontram em nosso planeta. Seria inconcebível que os recursos de nutrição encontrados em nosso planeta justifiquem a energia gasta para obtê-lo. Uma raça alienígena, a esta altura, já seria adepta de aproveitamento energético. Portanto, não vamos ser gado.
7. Assassinos impessoais
Quantas pessoas já se mudaram para uma nova casa e acharam uma colônia de insetos como uma surpresa extremamente desagradável? Quantas dessas pessoas, em seguida, esmagaram cada infrator à mão, balançando o sapato da morte repetidas vezes até que o trabalho fosse terminado? Não, a maioria das pessoas iria chamar um dedetizador para espalhar gás pela casa e atacaria os sobreviventes com veneno.
Alienígenas, como qualquer espécie avançada, usarão a tecnologia a seu favor. Eles provavelmente vão erradicar as formas de vida em um planeta que estão considerando para seus próprios usos antes de aterrissar. Esqueça os céus cheios de discos com apenas um piloto disparando feixes de laser no edifício do Capitólio. Espere um fim rápido e eficiente, provavelmente biológico, para a nossa existência.
Russa guardou um alienígena na geladeira por dois anos
6. Eles não são insetos gigantes
Embora seja muito assustador ver imagens de extraterrestres como formas gigantes dos animais que nos dão arrepios na Terra, isso não é cientificamente plausível. Este conceito surge mais de um medo de perder o nosso domínio sobre este planeta combinado com uma resposta evolutiva de nojo em relação a transmissores de doenças.
Na realidade, a estrutura do corpo dos insetos só funciona em pequena escala. Como eles não têm o sangue oxigenado, não conseguem tirar oxigênio suficiente da nossa atmosfera para crescer mais. Em tempos pré-históricos, quando a atmosfera era muito mais rica em oxigênio, eles realmente chegaram a tamanhos angustiantes, mas estamos nos referindo a cerca de um metro de comprimento. A imagem de criaturas parecidas com baratas nos olhando de cima é pura fantasia. Desculpe, Robert A. Heinlein.
5. Super inteligência
Este é mais óbvio. No entanto, em uma tonelada de filmes, raças alienígenas são retratadas como seres territoriais feudais, que destroem tudo em seu caminho. Isso não faz sentido. A fim de organizar o tipo de esforço necessário para alcançar as viagens interestelares, uma inteligência altamente avançada precisará estar presente. Embora a espécie possa ser, como foi observado antes, agressiva com outras formas de vida que encontrem e até mesmo em relação à sua própria raça, as chances de eles serem os senhores da guerra intergaláctica são consideravelmente baixos.
É mais provável que eles sejam calculistas, seres controlados tomando decisões precisas – mais parecido com jogar xadrez do que com queimada. Espécies com base em agressões e com inteligência inferior tendem a concentrar as suas energias no outro e na sobrevivência. Para que uma raça avance além dos níveis que temos visto em nossa própria civilização, eles precisariam deixar de lado as diferenças individuais em favor de interesses mútuos. As habilidades necessárias para viagens de longa distância e de exploração coincidem com os principais sinais de inteligência na natureza. Memória, autoconsciência, cognição e criatividade devem estar presentes antes que um considerável nível de proficiência científica possa ser alcançado.
4. Não humanoides
Isso acontece em inúmeros programas de TV e filmes. Os aliens que aparecem na tela se assemelham a seres humanos normais com pintura facial (sim, estou falando com você Darth Maul e qualquer personagem Star Trek). Isto é conveniente do ponto de vista da sustentação, mas não é muito provável de jeito nenhum no reino da ciência. Os seres humanos se desenvolveram como resultado de condições ambientais específicas.
Nós ficamos em pé para cobrir maiores distâncias e libertar as nossas mãos para manipular ferramentas. Formamos os polegares como uma resposta para as nossas primeiras formas de vida que habitavam as árvores. Entretanto, se um planeta não tem árvores, vai ser incomum que os seres que nele habitam desenvolvam um apêndice adepto para manipulá-las.
Não há nenhuma maneira de saber exatamente com o que uma espécie alienígena será parecida, mas provavelmente eles serão ágeis, permitindo a sua sobrevivência primária e a capacidade de capturar as suas presas. Eles terão órgãos sensoriais muito bem desenvolvidos. Seria de se esperar (contudo não se pode garantir) traços rudimentares presentes na maioria das fomas de vida da Terra: as bocas, olhos, uma forma de audição e uma forma eficiente de locomoção, como as pernas. Eles devem ser predadores e, provavelmente, possuem traços vestigiais para indicar isso.
Esqueça os aliens, é hora de conhecer os intraterrestres
3. Fala e escrita
Para que uma civilização se desenvolva, ela se deve comunicar. Uma forma de longa distância de comunicação terá que estar presente, a fim de se organizar em grandes números e divulgar informações, o que é crucial para o desenvolvimento social. Como seres humanos, alienígenas precisariam da capacidade de comunicar teorias complexas uns aos outros e gravá-las, ajudando assim a próxima geração por meio da aprendizagem. Sem alguma forma de escrita, é improvável que jamais teriam ultrapassado a barreira de limitações de gerações individuais.
O tipo de fala empregada por viajantes interestelares e como ela pode ser gravada é, no entanto, um mistério. Dependendo de seus ambientes, as ondas sonoras podem não ser a abordagem mais eficaz. Talvez eles possam usar vibrações recebidas via órgãos sensoriais especializados, ou talvez, como Hollywood nos quer fazer acreditar, eles falem telepaticamente. Apesar disso, telepatia ainda tem que ser comprovada em quaisquer outras espécies, de modo que este seria mais provavelmente um desenvolvimento secundário ou o resultado da tecnologia.
2. Nada de super força
Os ETs não vão ser super fortes. Uma vez atingido o nível de aptidão tecnológica necessária para serem exploradores do espaço, a necessidade de força bruta já deve ter sido removida há vários milhares de anos por causa da sua utilidade. Estas criaturas serão esguias e eficientemente projetadas, usando o mínimo de energia para alimentar seus corpos. O consumo de energia determina a sobrevivência em grande escala. Músculos maiores usam mais energia e exigem mais manutenção, o que tira energia do progresso evolutivo.
Uma cultura avançada cientificamente já não exige mais força física para manipular seus arredores. Além disso, uma espécie que colocou suas fichas evolutivas em complexos vículos sociais – o pensamento abstrato e comunicação – e excelentes habilidades motoras e de manipulação de ferramentas, as quais são necessárias para desenvolver viagens interestelares, provavelmente não terá recursos sobrando para se dedicar à força e à velocidade físicas.
1. Anexos funcionais
Da mesma forma que os seres humanos têm polegares e, portanto, podem usar objetos a seu favor, os extraterrestres presumivelmente também precisam possuir esta funcionalidade. Simplesmente não se pode esperar que alguém consiga construir e usar ferramentas sem a capacidade de segurá-las. Portanto, bolhas gigantes ou criaturas com tentáculos longos e pesados são altamente improváveis.
Como poderíamos esperar que criaturas seriam avançadas o suficiente para construir uma nave espacial e pilotá-la através das vastas extensões de espaço sem a habilidade de segurar e mover um objeto com precisão? É bem reacional esperar que formas de vida alienígenas tenham um conjunto de apêndices ainda melhor desenvolvidos do que o sistema de dedos e polegar que usamos na Terra. Bem como smartphones e máquinas avançadas da Terra, espécies alienígenas provavelmente adaptariam a tecnologia a seus corpos, tanto quanto seus corpos à tecnologia, deixando difícil, se não impossível, para os seres humanos operarem dispositivos alienígenas. [Listverse]
Conheça a história de três crianças que tiveram contato com um extraterrestre no quintal de casa, na rua Conselheiro Lafaiete, em um dos mais importantes casos ufológicos do mundo
Sergiovanne Amaral
Publicação:25/10/2013
(Cláudio Cunha)
De olho no céu: quase 50 anos depois, José Marcos torce para que os viajantes voltem
Discos voadores vistos no céu; pessoas abduzidas; animais atacados por criaturas estranhas; gente que afirma até ter sido obrigada a manter relações sexuais com seres extraterrestres. Os relatos são numerosos em todos os cantos do planeta. Boa parte pode até ser mentira, mas se você realmente acha que não existe vida inteligente fora da Terra, a experiência vivida por três crianças no quintal de uma casa na rua Conselheiro Lafaiete talvez possa mudar a sua opinião. O comerciante José Marcos Gomes Vidal, de 56 anos, era uma das crianças. “Muita gente riu, mas naquela época, sem internet e sem TV, não havia como termos inventado uma história tão rica”, comenta. Mas, afinal de contas, o que teria acontecido a essas crianças?
De acordo com informações do Centro de Investigação Civil de Objetos Aéreos Não Identificados (Cicoani), um dos primeiros grupos ufológicos de Minas Gerais, e da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), que enviaram ufólogos para entrevistar as crianças, familiares e vizinhos, a história se passou numa noite de 28 de agosto de 1963. José Marcos, então com 7 anos, estava na casa de Fernando Eustáquio Gualberto e Ronaldo Eustáquio Gualberto, irmãos, com 12 e 7 anos, respectivamente. Depois de jantar, foram ao quintal pegar água em um velho tambor de gasolina, perto de uma cisterna, para lavar um coador de café. José Marcos se debruçou sobre o tambor enquanto os irmãos esperavam logo atrás.
Ronaldo percebeu que uma luz forte, vinda de um objeto esférico que flutuava acima de um abacateiro, iluminava o quintal. As laterais do objeto eram transparentes e dava para ver quatro seres dentro, sentados em banquinhos. De repente, um dos tripulantes desceu lentamente por dois feixes de luz e caminhou em direção a José Marcos, que pegava água no tambor. Quando estendeu a mão para tocá-lo, Fernando pulou sobre o amigo, para protegê-lo.
história da aparição de forma ilustrada (Reinaldo Soares/Editoria de Arte)
Segundo as crianças, o alienígena vestia um macacão de cor castanha com revestimento enrugado no tronco, branco da cintura aos joelhos e botas pretas. Ele usava capacete transparente e tinha apenas um olho escuro e grande na testa. Todos eram cíclopes.
Os garotos teriam relatado que o alienígena conseguira acalmá-los. Quando entraram em pânico, o visitante disse palavras estranhas, fez gestos e todos ficaram calmos. “Se quisessem ter feito algo ruim conosco, teriam feito. Éramos só três crianças”, diz José Marcos. Depois de passar minutos na presença dos garotos, falar e fazer gestos, o alienígena retornou à nave, que voou até sumir no céu.
Essa história só foi noticiada em 1965 pelo jornal O Diário, de Belo Horizonte, o que atraiu ufólogos de todo o mundo. As crianças foram entrevistadas, juntas e separadas, e passaram por testes. Pais e vizinhos também foram ouvidos. Ademar Gevaerd, ufólogo e editor da revista brasileira UFO, ressalta a relevância do caso. “O episódio é um dos mais importantes do Brasil”, afirma. Paulo Baraky Werner, fundador do Centro de Investigações e Pesquisas de Fenômenos Aéreos Não Identificados (Cipfani-MG), concorda. “O Caso Sagrada Família engloba fatores que trazem credibilidade: foram três, e não apenas uma testemunha; houve observação de uma aeronave com quatro tripulantes e tentativa de contato verbal e físico”, diz. “Além disso, mesmo passados mais de 40 anos, as testemunhas ainda mantêm a mesma história e nunca caíram em contradição.”
Hoje morando em outro bairro com sua mulher e três filhos, José Marcos sonha em repetir a experiência e deixa um recado para quem não acredita. “A casa do Senhor tem muitas moradas. A nossa é só uma delas. Por que ignorar as outras?” Só na nossa galáxia, a Via Láctea, há bilhões de estrelas como o Sol, com planetas orbitando em torno delas, como a Terra faz. Por que existiria vida apenas aqui? A pergunta fica para você refletir toda vez que olhar para o céu ou passar pela rua Conselheiro Lafaiete, 1.553, no Sagrada Família.
NOSSA HOMENAGEM AOS UFOLOGOS E DIVULGADORES DA UFOLOGIA A. J. GEVAERD E MARCO A. PETIT DE CASTRO.
OS ESPAÇOS ABERTOS NA MIDIA AJUDAM SOBREMANEIRA A LEVAR O CONHECIMENTO UFOLÓGICO A POPULAÇÃO EM GERAL.
CASO DE ABDUÇÃO EM ITURAMA - MG - 13/12/2001
Durante regressão, João Caiana diz que recordou cortes e cirurgia na filha.
Você acredita em extraterrestre? O Mais Você esquentou a discussão: existe vida fora da Terra? Seu João Caiana garante que sim. Ele é eletricista e casado com a dona Rosa, professora. Eles vivem em Iturama, interior de Minas Gerais, e garantem que já foram abduzidos por extraterrestres.
“A gente vinha da fazenda e logo que saí, parei numa porteira e vi uma claridade. No que eu olhei, ele já estava assim, após as árvores, bem em cima. Trocou a temperatura, de calor intenso eu passei a ter frio, muito frio”, relatou ele.
Segundo João, ele estava com dona Rosa, a filha, a neta e uma amiga da família quando foram abduzidos.
Ninguém se lembra de nada do que aconteceu durante os 50 minutos em que ficaram sequestrados. Para descobrir o que aconteceu, todos passaram por regressão com especialistas.
“Na regressão consta uma cirurgia na cabeça da minha filha, uma coleta de sangue na perna esquerda da minha mulher. A minha neta foi furada perto da coluna e no pezinho e em mim foi feito um corte do lado direito do corpo e um outro na cabeça.
Essa não foi a única visita que João recebeu dos extraterrestres. Segundo o eletricista, eles também estiveram em sua casa.
“Logo depois de uns tempos, eu vi três na porta do meu quarto. São os três que estiveram com a gente, que é uma raça. Eu ainda queria morrer de medo porque o meu negócio é proteger a família”.
Opinião de especialista
O ufólogo Ademar José Gevaerd, que há 40 anos estuda o assunto, alertou que muitos casos de abdução acontecem em várias partes do mundo.
“Pode acontecer em qualquer lugar, há relatos de pessoas que foram abduzidas em casa, no meio da rua. Não é recente. A cada dez pessoas que passam por isso, nove não se lembram de nada.”
Além dos depoimentos, são muitas as fotografias que registram supostos OVNIs e Ademar analisa algumas. “Quando você sabe a diferença entre as imagens fraudadas e as verdadeiras, você identifica imediatamente”, explicou.