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13 de fev. de 2011

O que a Terra tem de tão especial para atrair visitantes de outros planetas?

por Maurício Oliveira

 

Supondo que os alienígenas têm mesmo visitado regularmente a Terra, cabe a pergunta: o que, afinal de contas, eles querem de nós? O objetivo seria apenas conhecer os terráqueos ou eles pretendem dominar o planeta? Os discos voadores vêm todos do mesmo lugar? Quando o contato acontecer, será amigável? A humanidade está pronta para descobrir que não está só? Saiba quais são as principais teorias que tentam explicar o suposto interesse dos ETs por este pequeno planeta azul perdido na imensidão do Universo.

1. ETS CIENTISTAS
De acordo com essa hipótese, a motivação principal dos extraterrestres seria entender uma cultura considerada exótica e inferior. Eles estariam estudando os humanos da mesma forma que os antropólogos fizeram com tribos indígenas que nunca haviam tido contato com o homem branco. Talvez os ETs, também atormentados pela pergunta “de onde viemos e para onde vamos?”, estejam à procura de conhecimentos que os ajudem a compreender melhor o próprio passado.
Assim, a missão dos tripulantes dos óvnis nas longas viagens até a Terra seria recolher informações e material genético para análise. Isso explicaria as abduções, realizadas quase sempre em lugares isolados, sem testemunhas. Os alienígenas teriam a preocupação de interferir o mínimo possível no cotidiano do planeta para que a civilização humana evolua de forma natural e os estudos possam prosseguir sem nenhum tipo de “contaminação”, para recorrer a um termo da antropologia.
Por não desejarem que os terráqueos tenham certeza de que existe vida fora da Terra – ao menos neste momento –, os ETs que nos visitam não se deixam fotografar nem permitem que os abduzidos levem “lembrancinhas” da nave ou dos passeios pelo espaço. E mais: tratam de apagar a memória de quem passa por uma experiência dessas. Só não conseguem evitar que algumas cenas venham à tona durante sessões de hipnose.
E foi recorrendo à hipnose que o psiquiatra norte-americano John Mack obteve muitos relatos de abduções, o que colocou em risco a sua reputação de professor em Harvard. Depois de anos de análise de casos do gênero, ele passou a defender a tese de que os alienígenas estão criando uma raça híbrida com os terráqueos, uma estratégia para assumir o comando do planeta gradualmente. As circunstâncias da morte de Mack, em setembro do ano passado, aos 74 anos, é um prato cheio para conspirólogos: ele foi atropelado quando caminhava calmamente pela calçada de uma rua tranqüila de Londres.

2. GUARDIÕES DA TERRA

Há quem acredite que as visitas dos ETs teriam o objetivo de monitorar a humanidade para evitar que a Terra seja destruída. Eles seriam como anjos da guarda da nossa civilização, prontos para intervir caso a situação se torne insustentável. Isso explicaria a maior incidência de aparições de discos voadores a partir da Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra Fria entre Estados Unidos e a antiga União Soviética, período em que havia a ameaça constante de uma hecatombe nuclear. Outro dado que reforçaria essa hipótese é que, depois do desastre radioativo de Chernobyl, na atual Ucrânia, em 1986, a região teria registrado uma onda de aparições de óvnis.
Para influenciar os terráqueos a fazer a coisa certa, os ETs transmitiriam mensagens de cunho moral e espiritual a porta-vozes escolhidos. Muitas pessoas passam a divulgar textos do gênero depois de terem sido supostamente abduzidas. Um dos mais célebres documentos atribuídos a alienígenas é o Livro de Urântia, com quase 200 capítulos que teriam sido telepaticamente ditados na década de 30 a um grupo de destinatários escolhidos. O livro diz que o Universo está repleto de outros planetas habitados – somente os semelhantes à Terra (ou Urântia, nome adotado por eles) seriam 61. E o primeiro casal não teria se chamado Adão e Eva, mas sim Andon e Fonta, que não teriam sido criados, mas sim se destacado, pela descoberta da inteligência, dos demais símios que habitavam o planeta.
E de onde viriam esses ETs tão preocupados com o futuro da Terra? Uma das hipóteses, digna de um bom roteiro de ficção científica, é que eles seriam descendentes de terráqueos que vivem no futuro e que estão voltando ao passado para tentar evitar os erros que levaram à destruição do planeta – o que obrigou seus antepassados a buscar abrigo em outras partes do Universo. Fala-se também em uma “confederação” composta por diferentes povos do espaço, uma ONU interplanetária que monitora todas as civilizações.

3. PREPARANDO O CONTATO

Os casos de avistamentos e abduções seriam parte de um plano para acostumar gradualmente a humanidade com a idéia de que há vida fora do planeta. O cuidado se justificaria pelo fato de que nenhuma outra notícia tem tamanho potencial para mudar o mundo. Muitas crenças religiosas perderiam o apelo e os países mais poderosos se veriam, de uma hora para outra, à mercê de um poder maior, contra o qual pouco ou nada poderiam fazer. O pânico poderia se alastrar em proporções muito maiores do que o causado por Orson Welles e sua Guerra dos Mundos, a fictícia invasão alienígena transmitida por rádio que, em 1938, assombrou os americanos (veja na página 72).
Adeptos de teorias conspiratórias afirmam que os Estados Unidos já sabem há muito tempo da existência de vida extraterrestre – pelo menos desde o incidente de Roswell, em 1947 – e fazem de tudo para impedir que o fato não seja conhecido pela população mundial. Não só porque os outros países poderiam se tornar menos submissos a eles, mas também porque os americanos estariam há décadas se aproveitando das pesquisas sobre a tecnologia alienígena.
Resta saber quais seriam as razões de os ETs demonstrarem tanta consideração com os terráqueos. Só valores morais muito elevados explicariam tamanha preocupação com os sentimentos alheios. Há quem diga, no entanto, que os alienígenas só não fizeram contato até agora porque ainda não estão em condições numéricas de dominar a Terra. Afinal, não é nada fácil transportar um poderoso exército pelas galáxias.
Suspeita-se, porém, que o contato com os terráqueos já tenha sido feito no passado. Reforçam essa hipótese a existência, em várias partes do mundo, de inscrições rupestres que parecem reproduzir viajantes do espaço, e também as construções fantásticas, como as pirâmides do Egito e as estátuas gigantes da Ilha de Páscoa, inexplicáveis até para o homem de hoje.

4. ETS BRINCALHÕES

E se os ETs vieram para confundir, não para explicar? Há quem acredite que eles são responsáveis por muitos episódios inexplicáveis que acompanham a humanidade há séculos – desde gnomos, elfos e fadas até fenômenos paranormais em geral. E por que os alienígenas fariam isso? Por pura diversão, ora! Imagine um Universo cheio de planetas que não fazem nada além de cumprir suas órbitas... Monótono, não? Por isso os ETs vivem pensando em novas “pegadinhas” contra os terráqueos, como se fossem produtores de uma câmera escondida interplanetária.
A hipótese de que os visitantes fazem tudo isso apenas em troca de boas risadas, no entanto, não convence ufólogos como o americano John Keel. Ele acha que os fenômenos que os terráqueos não conseguem explicar fazem parte de um sistema controlado de fora do planeta ou de outras dimensões, mas suspeita que o principal objetivo seja o de disfarçar a presença dos extraterrestres entre nós.
Dessa forma, os discos voadores avistados nos céus seriam apenas uma ilusão que parece convincente para a nossa época, assim como elfos ou vampiros o foram para a mentalidade e o estágio de desenvolvimento da tecnologia de suas épocas. Enquanto a humanidade se espanta com esses fenômenos e se propõe a investigá-los, os ETs estariam tranqüilamente assumindo formas humanas e ocupando posições-chave para dominar a Terra. Cuidado: seria George W. Bush do outro mundo?

fonte: superinteressante

31 de jan. de 2011

BUGARACH, EXTRATERRESTRES E ESOTÉRICOS

Bugarach, a "Montanha Mágica" francesa atrai turistas esotéricos 




A Montanha Bugarach ou Pico Bugarach é o ponto mais alto das Montanhas Corbières, situada na região administrativa de Languedoc-Roussillon, no departamento de Aude, em França.

No sopé da montanha existe uma pequena aldeia com o mesmo nome, com uma população de cerca de 176 habitantes.



Isto porque a montanha Bugarach tem vindo a crescer enormemente de popularidade através da internet, circulando vários tipos de rumores bastante inusitados.

Segundo o que circula na internet as profecias Maias e de Nostradamus apontam para o "fim do mundo" em 2012 considerando a montanha como um refúgio mágico onde todos serão salvos.

“Estamos preocupados. Vemos na internet que há doidos que prevêem o fim do mundo para 2012 e afirmam que Bugarach é o sitio onde se pode buscar a salvação”, afirma o Presidente da aldeia, Jean-Pierre Delord.


Bugarach é considerada por esotéricos como um local “mágico” e “sagrado”, que seria preservado no Apocalipse.

Vários “mistérios”, - na opinião de grupos esotéricos - envolvem a montanha e são comentados em inúmeros sites na internet.

Um dos rumores é o de que OVNIs teriam sido vistos no local e que o pico de Bugarach, com 1200 metros de altura, seria uma espécie de “garagem de Discos Voadores”.






O topo da montanha teria “estranhas cavidades” que abrigariam uma base subterrânea para naves espaciais, sendo que alguns afirmam mesmo ter visto aterragens no local.

Na internet, circulam rumores de que satélites espiões franceses teriam avistado essas cavernas na montanha. Outros boatos afirmam que os aviões não podem sobrevoar a área porque os instrumentos de voo ficariam desregulados.

Também existem rumores de que no local poderiam ser encontrados o Santo Graal ou o tesouro dos Templários e que o ex-presidente François Mitterrand teria visitado a montanha secretamente.




“Anteriormente, 72% dos meus clientes eram excursionistas. Agora, 68% são ‘visitantes esotéricos’”, afirmou Sigrid Benard, gerente há seis anos da Casa da Natureza, um dos poucos albergues nesta pequena comunidade.

Os moradores e as autoridades locais dizem-se fartos dos turistas esotéricos. Alguns deles podem mesmo ser vistos a rezar na montanha, completamente nus. O Presidente não descarta a possibilidade de pedir ajuda ao exército francês para cercar aldeia se o fluxo de pessoas que ali se instalam para sobreviver ao Apocalipse continuar a aumentar.

FONTE: MATRIX

Aparições de OVNIs no Brasil
Por José Guilherme Raymundo, sábado, 29 de janeiro de 2011


Ufólogo lança livro que aborda casuística brasileira em nova edição


Prefácio



A presente obra literária é realista, e tem por finalidade levar ao conhecimento dos leitores a verdade sobre fatos reais ocorridos, referentes a avistamentos e pousos de UFOS ou OVNIS, popularmente conhecidos no Brasil por discos-voadores, bem como os contatos com os seus tripulantes.


Ao escrever este livro fiz questão de deixá-lo completo, com casuísticas verdadeiras, bem pesquisadas, inclusive com os nomes e endereços de várias testemunhas envolvidas, incluindo opiniões de pesquisadores, cientistas, políticos e militares.



OVNIS = Objetos Voadores não Identificados;





UFOS = (Unidentifield Flying Object) ambos mais conhecidos como Discos Voadores;





OSNI = Objeto Submarino não Identificado;





Disco-Voador = Termo usado somente no Brasil, para denominar os objetos acima mencionados.





Em nossa obra intitulada “O Portal – Contatos Alienígenas”, Madras Editora Ltda, lançada recentemente, tivemos a oportunidade de levarmos aos leitores vários fatos reais, ocorridos tanto em nosso País, como no Exterior, ocorrências aquelas, bem como estas, pesquisadas exaustivamente, com muita paciência e responsabilidade, tanto por nós, como por ufólogos renomados.





As casuísticas ufológicas vêm ocorrendo a todos os minutos da nossa existência, as grandes maiorias das aparições não são detectadas, tanto em virtude da alta velocidade destes engenhos, como também em face às camuflagens que as naves possuem, incluindo as projeções tridimencionais, quando a nave é vista somente por algumas pessoas, e em determinados ângulos tornando-as invisíveis aos olhos de outras pessoas, inclusive aos radares de terra e ar.





Saliento, ainda, que muitas pessoas não têm o hábito de olharem para o céu. Mesmo, nós estudiosos deste assunto, muitas vezes a olhos nus , nada vemos , porém, se usarmos uma filmadora ou uma máquina fotográfica passamos a gravar imagens que normalmente não nos foi possível ver. Isto talvez se relacione com a velocidade do objeto, não só em vôo prumado, como também e face as manobras em espirais que fazem em grandes velocidades; como também girando velozmente sobre seu próprio eixo, corroborado com a camuflagem ectoplasmática, e também pelo fato do objeto não refletir a luz, refratando-a, assim se tornando invisível aos nossos olhos, tecnologia esta que não se confundem com as aeronaves convencionais.





Sem dúvida alguma, trata-se de um grande mistério, que dia a dia está aumentando, não somente no que concerne aos avistamentos das naves, cujo fato tornou-se uma rotina que não mais impressiona os estudiosos deste assunto, acostumados em vê-las, não só no espaço como também nos pousos corriqueiros, que vêm ocorrendo principalmente nas regiões norte e nordeste do Brasil; em locais ermos, afastados dos grandes aglomerados humanos, principalmente nas praias desertas e desabitadas, e também sobre os mares e as montanhas.





É nossa obrigação informar ao leitor sobre as interferências psicológicas que vem ocorrendo nas mentes dos seres humanos, geralmente por facções nocivas que estão dominando a nossa civilização.





No Brasil acentuadamente na região amazônica, vem ocorrendo casos graves de abduções, sequestros e ataques, principalmente nas áreas rurais, e com menor intensidades agressivas nas outras regiões do País.





Nas delegacias de polícia é que constatamos como o ser humano é influenciado psicológicamente por entidades invisíveis e perigosas, que estão induzindo os homens, as mulheres, e até as crianças, de todas as camadas sociais a cometerem crimes bárbaros, não havendo mais respeito nem entre os familiares. Num plantão policial é muito comum atendermos estes tipos de ocorrências, as quais nos deixam perplexos diante de tanta crueldade nas práticas delituosas.





Iniciei o curso de aviação aos 14 anos de idade. Tive uma vez um acidente com uma sonda, sem chegar a vê-la, quando a aeronave que eu pilotava, um Fairchild PT-19, similar ao North América T-6, do Aeroclub de São Paulo, a qual a melhor escola de pilotos da América Latina. Na época, década de sessenta, era um avião de treinamento avançado, que reunia todos os ensinamentos necessários para a aprovação do aluno nos exames finais de monitor, cuja aeronave era também usada para graduação do piloto militar quando cursei a antiga Escola de Aviação do Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro.





O avião que eu pilotava, colidiu na sua asa direita com algo invisível e sólido, o qual hoje sabemos que poderia ser somente uma sonda, ocorrendo uma forte guinada, sem maiores consequências, ocorrência esta na época , inexplicável !





No solo, e olhando para o céu, tive várias oportunidades de ver estas naves, principalmente as sondas, à pouca distância, bem como fotografá-las e filmá-las, deixando bem claro que na filmagem o brilho de sua luz não é o mesmo como o visto a olhos nus. A filmagem apaga o seu brilho e suas cores, tornando a imagem um pouco embaçada.





Portanto, trata-se de uma realidade incontestável que nos acompanha desde o inicio da humanidade, cujas casuísticas não deveriam ser acobertadas, deveriam ser divulgadas, principalmente pelos governantes, autoridades, e mais ainda por pesquisadores, para que o povo em geral tome conhecimento, e se precavenham, mantendo distância da mesma, e não se apavorando quando tiverem a oportunidade de verem uma sonda ou uma nave, as quais estão impregnadas nos mares e nos solos, da forma como ficam as bombas inimigas nos campos de batalhas, aguardando somente o momento certo para deflagrarem, enganando as grandes potências, que imaginam que um ataque somente poderá vir do espaço (Operação Guerra nas Estrelas).





As pessoas em geral, deverão se acautelar, não se expondo ao contacto sem as devidas reservas que o caso exige, como também não praticarem atitudes bruscas demonstrando ataque. Porque, tendo conhecimento desta realidade, não sofrerão o pânico quando de um avistamento, ou de um pouso, e assim, estarão cientes que não deverão se aproximar demasiadamente do objeto alienígena, bem como não se atreverem a usar da violência, principalmente fazendo uso indevido de armas de fogo, as quais lhes são inofensivas diante da tecnologia avançada que possuem, e com toda a certeza haverá o revide por parte deles, como poderão ser constatadas nas narrações que seguirão.





É minha sincera intenção, que esta obra surta os efeitos concretos e desejados, a que fora destinada, a exemplo do nosso livro acima mencionado, o qual foi bem aceito pelos leitores e pela comunidade de pesquisadores ufológicos.





Como naquela obra, nesta também me atenho a relatar fatos concretos exaustivamente pesquisados, uma vez que ficou comprovado ser do interesse dos leitores, as narrativas de fatos ocorridos. As quais lhes dão o conhecimento exato do “modus operandi” destes seres, tripulantes de naves alienígenas, independentes das interpretações análogas de alguns ufólogos, as quais são suposições personalíssimas e individuais, que na verdade variam no entendimento individual.





Por este motivo, me atenho mais às casuísticas pesquisadas, as quais nos dão uma ideia melhor desta realidade incontestável, que vem ocorrendo acentuadamente em todo o nosso Planeta. Abaixo o meu nome em escrita alienígena.








- O livro Aparições de OVNIs no Brasil pode ser adquirido pelo portal





www.clubedosautores.com.br


- Valor: R$ 41,45.





Número de páginas: 249





Peso: 339 gramas





Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas.





Acabamento da capa: Papel Couché 300g/m², 4x0, laminação fosca.

29 de jan. de 2011

ENTREVISTA COM UM ET









Você pode não acreditar em ETs, mas já pensou no que perguntaria a um deles caso um disco voador pouse bem no seu quintal? O americano James E. Oberg, ex-funcionário da Nasa, montou uma lista de temas complexos, ideais para checar a inteligência do alienígena. As primeiras dez perguntas são dele. Acrescentamos outras dez. Guarde a lista: só um ET poderia ter as respostas na ponta da língua.
1. Quais são as assinaturas eletromagnéticas de rochas sob tensão extrema?
2. Quando e onde vai acontecer o próximo grande terremoto?
3. Quando vai ocorrer a próxima reversão dos pólos magnéticos da Terra?
4. Qual é o produto químico apropriado para limpar o CFC da atmosfera superior, onde está sendo destruída a camada de ozônio?
5. Como se controla um furacão?
6. Qual é o número atômico do primeiro elemento estável transurânico?
7. Como o hidrogênio metálico pode ser criado e então conservado a baixa pressão?
8. Qual vai ser a mais valiosa aplicação para os nanotubos de carbono?
9. Qual é a direção, o tempo, o comprimento de onda, a largura de banda, o plano de polarização e outros parâmetros técnicos para detectar sinais de civilizações extraterrestres no espaço?
10. Quando e onde vamos localizar a próxima estrela supernova na nossa galáxia?
11. Qual é a cura da Aids? E do câncer?
12. Por que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos?
13. Por que temos dedos nos pés?
14. Onde está escondido o ET de Varginha?
15. As pessoas que vivem nos pólos da Terra rodam como piões?
16. Por que os cachorros odeiam os gatos?
17. Qual é a fórmula da Coca-Cola?
18. Onde estão as armas de destruição em massa do Iraque?
19. Posso guardar algum objeto como lembrança do nosso encontro?
20. Onde você aprendeu a falar português?

FONTE: CENTRO DE UFOLOGIA BRASILEIRO

27 de jan. de 2011

A Física das Civilizações Extraterrestres


  
Quão avançadas elas poderiam ser?
Por Michio Kaku

1ª. Parte
Em seus últimos anos, Carl Sagan fez, em uma ocasião a seguinte pergunta: “Que significa para uma civilização ter a idade de um milhão de anos? Nós obtivemos radiotelescópios e naves espaciais há apenas umas poucas décadas; nossa civilização técnica tem apenas umas poucas centenas de anos... Uma civilização avançada de milhões de anos está muito mais longe de nós do que nós estamos de um pequeno arbusto na forma de um símio”.

Ainda que qualquer conjectura sobre tais civilizações avançadas seja só uma especulação, penso que podemos usar as leis da Física para estabelecer os limites superiores e inferiores destas civilizações.Em particular, agora que as leis no campo da Teoria Quântica, Relatividade Geral, Termodinâmica, etc., estão bastante bem estabelecidas, a Física pode impor amplos limites físicos os quais restringem os parâmetros destas civilizações.Esta pergunta não vai mais além de uma frívola especulação. Dentro de pouco, a humanidade pode sofrer um choque existencial quando a atual lista de uma dezena de planetas extra-solares do tamanho de Júpiter cresça a centenas de planetas do tamanho da Terra, gêmeos quase idênticos de nosso lugar celeste.Estamos iniciando o uso de uma nova classe de telescópio, O telescópio espacial de interferometria, o qual usa a interferência de os raios de luz para amplificar O poder de resolução de os telescópios.Por exemplo, a Missão de Interferometria Espacial (Space Interferometry Mission o SIM) consta de múltiplos telescópios situados ao largo de uma estrutura de 10 metros. Com uma resolução sem precedentes aproximando-se do limite físico da óptica. O SIM é tão sensível que quase desafia a imaginação: orbitando a Terra, pode detectar o movimento de uma lanterna agitada por um astronauta em Marte!O SIM, ademais, pavimentará o caminho para o Buscador de Planetas Terrestres (Terrestrial Planet Finder), que deverá identificar ainda mais planetas similares a Terra. Este poderá analisar as 1.000 estrelas mais brilhantes em um raio de 50 anos luz desde Terra e se centrará nos 50 a 100 sistemas planetários mais brilhantes.Tudo isto estimulará um esforço ativo em determinar se algum deles pode albergar vida, talvez alguns com civilizações mais avançadas que a nossa.Ainda que seja impossível predizer as características exatas de tais civilizações avançadas, podemos analisar seus limites usando as leis da Física. Não importa quantos milhões de anos nos separem deles, eles devem obedecer também às leis “de ferro” da Física, as quais estão já o bastante avançadas para explicar muito, desde as partículas subatômicas até a estrutura em enorme escala do Universo.


A Física das civilizações de Tipo I, II, e IIIEm concreto, podemos classificar as civilizações por seu consumo de energia, usando os seguintes princípios:


1) As leis da termodinâmica:
inclusive uma civilização avançada está limitada pelas leis da termodinâmica, especialmente pela Segunda Lei, e pode, portanto ser classificada pela energia de que dispõe.

2) As leis da matéria estável:
a matéria bariônica (baseada em prótons e nêutrons) tende a reunir-se em três grandes agrupamentos: planetas, estrelas e galáxias. Isto está bem definido pelo produto da evolução galáctica e estrelar, fusão termonuclear, etc.

3) As leis da evolução planetária:
qualquer civilização avançada deve incrementar seu consumo de energia mais rapidamente que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida (por exemplo, impactos de meteoritos, glaciações, supernovas, etc.). Se crescem mais lentamente, estão condenados à extinção. Isto marca O limite inferior para a taxa de crescimento de estas civilizações.

Em um artigo original publicado em 1964 no Journal of Soviet Astronomy, o astrofísico russo Nicolai Kardashev teorizou que as civilizações avançadas devem estar agrupadas de acordo com três tipos: Tipo I, II, e III, as quais chegaram a dominar as formas de energia planetária, estrelar e galáctica, respectivamente. Kardashev calculou que o consumo de energia destes três tipos de civilização estariam separados por um fator de muitos milhares de milhões. Porem, que tempo levará alcançar a situação de Tipo II e III?.


O astrônomo de Berkeley Don Goldsmith nos recorda que a Terra recebe ao redor de uma bilionésima parte da energia do Sol, e que os humanos utilizam só uma milionésima parte desta. De modo que consumimos ao redor de uma trilhonésima parte da energia total do Sol. Na atualidade, a produção energética total de nosso planeta é aproximadamente de 10 trilhões de ergs por segundo. Porém nosso crescimento energético aumenta de forma exponencial, e, portanto podemos calcular quanto nos levaria alcançar a situação de Tipo II ou III.


Goldsmith disse:
“Veja quão longe chegamos no uso da energia uma vez que compreendemos como manipular, como obter combustíveis fósseis e como criar energia elétrica a partir da força da água, e assim sucessivamente; temos aumentado nosso uso de energia em uma quantidade extraordinária em apenas um par de séculos comparado com os milhares de milhões de anos de existência de nosso planeta... e da mesma forma poderia isto se aplicar a outras civilizações”.

O físico Freeman Dyson estima que, em um prazo não maior do que 200 anos, deveríamos alcançar plenamente a situação de Tipo I. Deste modo, crescendo a uma modesta taxa de 1% por ano, Kardashev estimou que levaríamos 3.200 anos para alcançar a situação de Tipo II, e 5.800 anos a situação de Tipo III.


Por exemplo, uma civilização de Tipo I é plenamente planetária, dominou a maioria de formas de energia de seu planeta. Sua produção de energia pode estar em ordem de milhares de milhões de vezes a produção atual de nosso planeta. Mark Twain disse uma vez: ”Todo mundo se queixa do clima, porém ninguém faz nada para mudá-lo“. Isto poderia mudar com uma civilização de Tipo I, a qual tenha suficiente energia para modificar o clima. Também teriam suficiente energia para alterar o rumo de terremotos, vulcões, e construir cidades nos oceanos.


Atualmente, nossa produção de energia nos qualifica para o estado de transição do Tipo 0 para a consolidação do Tipo I. Derivamos nossa energia não do aproveitamento de forças globais, mas da combustão de plantas mortas (por exemplo, petróleo e carbono). Porém, já podemos ver as sementes de uma civilização de Tipo I. Vemos o começo de uma linguagem planetária (Inglês), um sistema de comunicação planetário (Internet), uma economia planetária (a força da União Européia, por exemplo), e inclusive os começos de uma cultura planetária (meios de comunicação, TV, música rock, e cinema).


Por definição, uma civilização avançada deve crescer mais rápido que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida. Como o impacto de um grande meteorito ou cometa tem lugar uma vez a cada poucos milhares de anos, uma civilização de Tipo I deve dominar a viagem espacial para desviar os escombros em um lapso de tempo que elimine o problema. As glaciações têm lugar em uma escala temporal de dezenas de milhares de anos: então civilização de Tipo I deve aprender a modificar o clima dentro deste marco temporal.



2ª. Parte
As catástrofes artificiais e internas devem ser também levadas em conta. Porém o problema da contaminação global é só uma ameaça mortal para uma civilização de Tipo 0; uma civilização de Tipo I que tenha vivido durante vários milênios como civilização planetária, necessariamente leva a cabo um desequilíbrio planetário em nível ecológico. Os problemas internos supõem uma ameaça séria recorrente, porém têm milhares de anos de existência nos quais podem resolver conflitos raciais, nacionais e sectários.

Finalmente, depois de vários milhares de anos, uma civilização de Tipo I esgotará a energia de um planeta, e derivará sua energia do consumo da completa produção de energia de seus sóis, ou aproximadamente mil bilhões de trilhões de ergs por segundo.


Com sua produção de energia similar a de uma pequena estrela, deveriam ser detectáveis desde o espaço. Dyson propôs que uma civilização de Tipo II poderia inclusive construir uma gigantesca esfera ao redor de sua estrela para usar de forma mais eficiente a produção de energia total. Desde o espaço exterior, seu planeta brilharia como um árvore de Natal. Dyson inclusive propôs buscar especificamente emissões de infravermelho (mais que as de rádio e TV) para identificar estas civilizações de Tipo II.


Talvez a única ameaça séria para uma civilização de Tipo II seria a explosão próxima de uma Supernova, cuja súbita erupção poderia chamuscar seu planeta com um fulminante jorro de Raios-X, matando todas as formas de vida. Desta forma, talvez a civilização mais interessante é a de Tipo III, por ser verdadeiramente imortal. Esgotaram a energia de uma estrela individual, e então alcançaram outros sistemas estelares. Nenhuma catástrofe natural conhecida pela ciência é capaz de destruir uma civilização de Tipo III.


Para enfrentar uma Supernova vizinha, teriam distintas alternativas, tais como alterar a evolução da gigante vermelha moribunda que está à beira de explodir, ou abandonar esse sistema estelar e terraformar um sistema planetário diverso.


Sem dúvida, há limites para uma civilização emergente de Tipo III. Finalmente, se chocaria com outra das “leis de ferro” da Física, a Teoria da Relatividade. Dyson estima que isto poderia ser um obstáculo para a transição a uma civilização de Tipo III de talvez milhões de anos.


Porém, mesmo com a barreira da velocidade luz, há um número de caminhos para expandir-se a velocidades próximas à da luz. Por exemplo, a última medida da capacidade dos foguetes se toma mediante algo chamado “impulso específico” (definido como o produto do empuxo e a duração, medidos em unidades de segundos). Os foguetes químicos podem alcançar impulsos específicos de várias centenas a milhares de segundos. Os motores iônicos podem obter impulsos específicos de dezenas de milhares de segundos. Porém para obter velocidades próximas à da luz, se deve alcançar um impulso específico de aproximadamente 30 milhões de segundos, o qual está muito longe de nossa capacidade atual, porém não para uma civilização de Tipo III. Uma variedade de sistemas de propulsão poderia estar disponível para sondas de velocidade extremas (tais como motores de fusão, motores fotônicos, etc.).


Devido a que a distância entre estrelas é tão enorme, e o número de sistemas solares não aptos para a vida seja tão grande, uma civilização de Tipo III se encontraria com o seguinte dilema: Qual é a forma mais eficiente de forma matemática para explorar as centenas de milhares de milhões de estrelas da galáxia?


Na ficção científica, a busca de mundos habitáveis tem sido imortalizada por heróicos capitães que comandam valentemente uma solitária nave estelar, ou como os assassinos Borg, uma civilização de Tipo III que absorve uma menor civilização de Tipo II (como a Federação). Sem dúvida, o método matematicamente mais eficiente para explorar o espaço é bastante menos glamouroso: enviar flotilhas de “sondas Von Neumann” através da galáxia (chamadas assim em homenagem a John Von Neumann, que estabeleceu as leis matemáticas dos sistemas auto-replicantes).


Uma sonda Von Neumann é um robô desenhado para alcançar sistemas estelares muito distantes e criar fábricas que reproduziriam cópias de si mesmas aos milhares. Uma lua morta é um destino ideal para uma sonda Von Neumann, muito mais que um planeta, devido a que se pode aterrissar e se lançar mais facilmente delas, e também devido a que estas luas geralmente não apresentam mais problemas de erosão. Estas sondas viveriam do solo, usando os depósitos naturais de ferro, níquel, etc., para criar a matéria prima com o que construiriam uma fábrica de robôs. Criariam milhares de cópias de si mesmos, com o qual poderiam dispersar-se e seguir a busca em outros sistemas estelares.


De forma similar a como um vírus coloniza um corpo com um tamanho de várias vezes o seu, finalmente teríamos trilhões de sondas Von Neumann expandindo-se em todas direções, crescendo a uma fração da velocidade da luz. Desta forma, inclusive uma galáxia de 100.000 anos-luz de tamanho poderia ser completamente analisada em, digamos, meio milhão de anos.


Se uma sonda Von Neumann só encontra evidências de vida primitiva (tais como uma inestável e selvagem civilização de Tipo 0) simplesmente permaneceria na lua, esperando em silêncio que a civilização de Tipo 0 evolucione a uma civilização estável de Tipo I. Depois de esperar pacientemente durante alguns milênios, se ativariam quando a emergente civilização de Tipo I seja o bastante avançada para estabelecer uma colônia lunar. O Físico Paul Davies da Universidade de Adelaide propôs a possibilidade de que uma sonda Von Neumann descansou em nossa lua, numa visita prévia a nosso sistema há milhares de anos atrás.



Fonte:
http://cinciaeinvestigacao.blogspot.com/2009/09/fisica-das-civilizacoes.html
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